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Bem-vindo ao Sistema de Informação em Saúde Silvestre
O Sistema de Informação em Saúde Silvestre – SISS-Geo é a plataforma computacional essencial e inerente ao funcionamento do Centro de Informação em Saúde Silvestre – CISS.
- O SISS-Geo é uma plataforma digital qualificada como tecnologia social e criada a partir dos preceitos da ciência cidadã. A ideia é que qualquer pessoa possa colaborar no monitoramento e conservação da fauna brasileira, e na vigilância de agentes infecciosos capazes de provocar doenças em animais e em pessoas. Assim, ao contribuir com o registro, a pessoa se torna um cientista cidadão.
Objetivos:
Geral
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Gerar, a partir dos registros georreferenciadas informados pelos usuários, modelos de alerta de ocorrências de agravos na fauna silvestre, especialmente os com potencial de acometimento humano, e modelos de previsão de oportunidades ecológicas para emergência de doenças.
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Proporcionar de maneira rápida e eficiente, o fluxo de informações entre o CISS; a Rede Participativa em Saúde Silvestre e a Rede de Laboratórios em Saúde Silvestre; a sociedade, por meio da ciência cidadã, e os setores de governo e tomadores de decisão.
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Disponibilizar informações sobre os resultados das modelagens para a comunidade, tomadores de decisão e a sociedade. Integrar-se às plataformas governamentais georreferenciadas, especialmente o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira- SIBBr e a Plataforma INDE, com padrão de Metadados.
Para gestores da saúde, ambiente e outras áreas
- Alertas de ocorrência de espécies ameaçadas de extinção e exóticas invasoras em áreas determinadas, como Unidades de Conservação contribuindo com o monitoramento da biodiversidade;
- Informações de impactos ambientais associados aos registros;
- Visualização dos registros na base de mapas do Google Maps e Earth;
- Definição de áreas de interesse por polígonos ou projetos que podem incluir municípios, regionais estaduais, estados, biomas, bacias hidrográficas, trilhas, dentre outros recortes;
- Planilhas de dados automatizadas e personalizados em formato csv;
- Registros de animais silvestres identificados por especialistas.
Especificidades para usuário SUS:
- Alertas automatizados, enviados por e-mail, em tempo real, de animais mortos e doentes que podem evidenciar a circulação de agentes infecciosos e de doenças que podem acometer humanos, como a febre amarela, febre do Nilo Ocidental e a raiva, possibilitando uma maior rapidez na investigação e coleta de amostras;
- Dados que contribuem para a modelagem favorabilidade de ocorrência de zoonoses a partir de dados georreferenciados e construção de corredores ecológicos de transmissão de zoonoses, como é o caso da febre amarela.
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Guia Instrucional ↵
Guia Instrucional de Uso do SISS-Geo
O Guia Instrucional de Uso do SISS-Geo orienta os usuários institucionais da área da saúde (profissionais SUS) no preenchimento das informações necessárias durante o processo de envio e análise de registros no SISS-Geo. Ao longo dos capítulos, serão apresentados os recursos disponíveis no SISS-Geo (aplicativo e versão web) para auxiliar na vigilância de zoonoses e no monitoramento da fauna. Ao entender a importância de cada informação solicitada durante o processo de registro animal, o colaborador contribui de maneira racional, percebendo a razão da obrigatoriedade de determinados campos de informação, e se conscientizando dos benefícios dessas informações cedidas por ele.
O que é o SISS-Geo?
O Sistema de informação em Saúde Silvestre – SISS-Geo – é uma plataforma digital, qualificada como tecnologia social e, criada a partir dos preceitos da ciência cidadã. A ideia é que qualquer pessoa possa colaborar no monitoramento e conservação da fauna brasileira, e na vigilância de agentes infecciosos capazes de provocar doenças em animais e em pessoas., a Assim, ao contribuir com o registro, a pessoa se tornando-se um cientista cidadão.
O sistema foi desenvolvido pela Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fundação Oswaldo Cruz – Pibss/Fiocruz – em parceria com o Laboratório Nacional de Computação Científica – LNCC –, com o apoio financeiro do Fundo Global para o Ambiente (GEF) ao Projeto “Parcerias público-privadas para a Biodiversidade – PROBIO II”, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Banco Mundial. Tem sido mantido integralmente pela equipe de pesquisadores e técnicos da Pibss/Fiocruz, Ccom a colaboração de mais de 3.000 voluntários envolvidos em diversos tipos de parcerias individuais, coletivas ou institucionais. Além disso, e a aplicabilidade dos seus resultados em campo tem sido apoiada, somam-se o apoio d pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
Seja um cientista cidadão!
Qualquer pessoa interessada em colaborar com o monitoramento de animais silvestres na natureza, na zona rural e/ou urbana e que tenha um celular do tipo “smartphone”, ainda que simples, pode ser colaborador do SISS-Geo.
O SISS-Geo foi desenhado para facilitar a fotografia e a entrada de informações sobre animais, suas condições físicas e características do local onde ele foi observado. Os ícones e as palavras foram escolhidos de modo a facilitar a compreensão nas diversas regiões do Brasil e faixas etárias, especialmente, de pessoas de baixa escolaridade, importantíssimas, pois muitas vezes são essas pessoas que moram em regiões próximas à natureza e observam cotidianamente os animais, percebendo anormalidades no ecossistema, como a morte e o desaparecimento de animais, comportamentos estranhos, entre tantas outras possibilidades.
A colaboração participativa da sociedade permite que gestores e equipes técnicas da saúde e do ambiente promovam ações de vigilância, prevenção e controle de doenças, manejo de espécies, além do uso por diversos setores. como o ecoturismo, avaliação de impactos ambientais, observadores de fauna, educação ambiental, dentre outros. Isso porque o SISS-Geo disponibiliza o acesso às fotos e às informações do animal registrado e do ambiente que foi observado, além de sua exata localização geográfica (latitude e longitude) que é inserida no sistema por georreferenciamento.
Os pesquisadores/especialistas em fauna silvestre são bem-vindos e têm contribuição relevante pela consistência e qualidade de sua expertise que agregam valor às informações. A eles, é dedicada uma área na plataforma, onde estão disponíveis planilhas de dados para preenchimento de diversas informações simultâneas.
Pesquisadores também podem contribuir na validação taxonômica dos registros cadastrando-se como especialista voluntário e indicando seu grupo de interesse no momento do cadastro individual.
Secretarias estaduais e municipais de saúde podem aderir institucionalmente ao SISS-Geo e usufruir de acesso privilegiado aos dados para gestão de risco e vigilância de zoonoses. Da mesma forma, esse serviço pode ser usado por gestores de Unidades de Conservação de todo o país.
O que o SISS-Geo oferece?
O SISS-Geo é utilizado por diferentes públicos para diferentes finalidades, como gestores da área da saúde, ambiente, Unidades de Conservação, ONGs, ecoturismo, comunidade local, sociedade, estudantes, pesquisadores e etc. Aqui focaremos em como o SISS-Geo é usado para colaboradores institucionais.
De forma geral, para esse tipo de colaborador, o SISS-Geo permite:
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Visualização de informações de impactos ambientais associados aos registros;
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Visualização dos registros na base de mapas do Google Maps e Earth;
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Definição de áreas de interesse por polígonos ou projetos que podem incluir municípios, regionais estaduais, estados, biomas, bacias hidrográficas, trilhas dentre outros recortes;
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Planilhas de dados automatizadas e personalizados em formato csv.
Para gestores da saúde, ambiente e outras áreas -
Alertas de ocorrência de espécies ameaçadas de extinção e exóticas invasoras em áreas determinadas, como Unidades de Conservação contribuindo com o monitoramento da biodiversidade;
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Informações de impactos ambientais associados aos registros;
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Visualização dos registros na base de mapas do Google Maps e Earth;
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Definição de áreas de interesse por polígonos ou projetos que podem incluir municípios, regionais estaduais, estados, biomas, bacias hidrográficas, trilhas, dentre outros recortes;
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Planilhas de dados automatizadas e personalizados em formato csv;
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Registros de animais silvestres identificados por especialistas.
Vigilância em saúde:
O SISS-Geo identifica automaticamente os registros de interesse para a vigilância como no caso dos primatas não humanos (PNH), cuja morte ou adoecimento indica a possibilidade da circulação do vírus da Febre Amarela na região. Neste caso, por exemplo, um registro de PNH morto ou doente gera automaticamente o envio por e-mail das informações sobre esse registro para os gestores da saúde no nível federal (Ministério da Saúde), estadual, regional e municipal que estiverem cadastrados na plataforma. As informações enviadas do registro são: a foto, a data do registro, informações do colaborador, o link com a exata localização do registro no Google Maps e o endereço eletrônico do registro original no SISS-Geo, onde maiores detalhes poderão ser vistos.
Como a informação é utilizada pelos profissionais da saúde?
A informação imediata de animais mortos ou doentes que representem risco à saúde humana, aos animais de criação e espécies silvestres, como as ameaçadas de extinção, auxiliam no deslocamento de equipes especializadas dos órgãos responsáveis e na tomada de decisão sobre as ações pertinentes a serem realizadas, como a vacinação. A informação para autoridades, em tempo real, é fundamental para que os casos de epizootias sejam analisados.
Em situações que surja a necessidade de recolhimento do animal ou da carcaça, o tempo para deslocamento de equipe é crítico para que o animal não entre em estado de decomposição e seja possível fazer a coleta de amostras das vísceras e sangue, as quais serão levadas ao laboratório para identificação da possível causa da morte. Ao utilizar o SISS-Geo esse processo é otimizado, economizando recursos, tempo da equipe e aumentando as chances do diagnóstico ser bem sucedido.
A Plataforma gera alertas para quirópteros (morcegos), roedores, carnívoros, aves e primatas que podem ser associados à doenças, como a raiva, hantavírus, Febre do Nilo Ocidental, Febre Amarela, entre outras.
O contato direto da equipe SISS-Geo com o colaborador é realizado sempre que se identifica risco imediato à família e à comunidade e, neste caso, o contato é direto e utiliza as informações cadastradas pelo colaborador (telefone ou e-mail) e, também, aos setores dos órgãos responsáveis da saúde e ambiente.
Profissionais da área ambiental e de Unidades de Conservação:
- Alertas de ocorrência de espécies ameaçadas de extinção e exóticas invasoras em áreas determinadas, como Unidades de Conservação contribuindo com o monitoramento da biodiversidade.
O SISS-Geo permite a seleção de estados, municípios ou mesmo áreas geográficas específicas, para que os dados exibidos sejam analisados de acordo com os objetivos do usuário.
Gestores de Unidades de Conservação podem solicitar à Plataforma que suas unidades sejam identificadas e se constituam como projeto específico e obterem acesso privilegiado e atualizado aos registros feitos na sua área. Para isso é necessário se cadastrar seguindo as normas especificadas no Termo de Uso Institucional do SISS-Geo. A unidade para qual será criado o projeto específico, poderá incluir o polígono da UC, podendo ser incorporada área de entorno, diversas UCs, mosaicos, bacias hidrográficas, dentre outros recortes de interesse.
Área do Parque Nacional Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro, monitorada pelo registro de voluntários no SISS-Geo desde 2015.
Acesso privilegiado aos dados dos registros
A Plataforma SISS-Geo disponibiliza, para qualquer usuário, dados abertos dos registros com a localização, imagem e data. O Termo de Uso do colaborador dá a ele a autoria dos seus registros bem como autoriza que a Plataforma use os dados para a modelagem de favorabilidade de ocorrência de zoonoses, divulgação e difusão da Plataforma e do tema saúde silvestre e humana à sociedade. A Fiocruz tem por obrigação zelar pelos dados pessoais de seus colaboradores e garantir a eles a autoria de informações e imagens, bem como não vincular o nome do usuário nesses materiais, caso o colaborador preferir manter sua anonimidade.
De acordo com a política institucional de dados abertos e garantindo a missão da Plataforma de impulsionar a vigilância em saúde e a conservação da biodiversidade, o acesso aos dados pode ser fornecido a gestores de vigilância em saúde, da área ambiental e pesquisadores mediante solicitação formal e assinatura do Termo de Uso Institucional. O acesso permite o encaminhamento de alertas automáticos e a visualização dos dados, bem como a geração de relatórios personalizados.
Diferentes formas de usar o SISS-Geo: celular (Android e iOS) e web.
O aplicativo SISS-Geo foi testado e melhorado com a contribuição de mais de 3.000 pessoas em diversos locais do Brasil que incluiu comunidades indígenas, ribeirinhas, caiçaras, agricultores, pescadores, profissionais de saúde, do ambiente, turismo, professores e alunos de todos os seguimentos de ensino, pequenos empresários e pesquisadores de diversas áreas.
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Diferentes formas de usar o SISS-Geo: Web.
Conhecendo um pouco do ambiente Web
A versão web está disponível no site da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz, da qual o SISS-Geo faz parte.
Passo 1: Acesse o site: www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br
Passo 2: Essa é a aparência do SISS-Geo Web, nele você pode acessar todos os registros do Brasil e utilizar filtros de interesse para regiões geográficas como o estados e municípios, intervalos de tempo e tipos de animais.
Passo 3: Clique no ícone de tamanduá no canto superior esquerdo da tela
Passo 4: Explore as diferentes sessões do SISS-Geo Web
Passo 5: Explore a aba “Sobre Nós” para saber mais sobre o SISS-Geo e quais são as nossas funcionalidades
Passo 6: Em “Como Baixar” é possível conferir as diferentes versões do aplicativo para celular que o SISS-Geo oferece e o link para cada uma delas (Android ou iOS)
Passo 7: Em “Mapa” é possível conferir os registros de todo o Brasil
Passo 8: Em “Cadastre-se” é possível conferir os diferentes tipos de cadastro que o SISS-Geo oferece: colaborador, institucional e especialista.
Passo 9: Em “Fale Conosco” você pode conferir as nossas mídias sociais e e-mail para contato
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Diferentes formas de usar o SISS-Geo: celular (Android e iOS)
O aplicativo SISS-Geo ocupa apenas 20MB de memória no celular e foi projetado para funcionar em “smartphones” de sistemas operacionais menos avançados e atuais. O app funciona “offline”, ou seja, sem sinal de internet ou “WiFi”. Quando o registro for realizado no modo “off line”, o usuário receberá um lembrete do sistema assim que se conectar a uma rede de internet, solicitando que os registros sejam enviados.
O registro pode ser editado pelo usuário enquanto ele não for enviado. No sistema IOS é possível editar o registro mesmo que o app seja colocado em segundo plano, contudo no sistema Android é necessário continuar na tela do SISS-Geo até a conclusão do processo de preenchimento de dados do registro, pois as informações são perdidas quando há alternância da tela para segundo plano. Depois de enviado não é possível alterar nenhuma informação do registro. O SISS-Geo registra automaticamente a data, a hora e o local dos registros.
O SISS-Geo apresenta versões para celular (Android e iOS) e web.
A versão 3.1.0 (Calopsita) está disponível para sistema Android e pode ser baixada no Google Play. Busque por "SISS-Geo” e baixe o aplicativo. O aplicativo SISS-Geo foi elaborado para que você possa registrar, online ou offline, suas observações de maneira rápida, simples e eficiente, contribuindo de forma direta com a construção de um sistema de utilidade pública para vigilância de doenças em animais e em pessoas.
Para tanto, o SISS-Geo permite:
- Cadastrar usuários, tornando você um colaborador do sistema;
- Enviar informações sobre os animais, sua localização, características do ambiente e fotos;
- Consultar todas as suas informações e da localização de todos os registros;
- Consultar todas as fotos registradas;
- Enviar sugestões, dúvidas e críticas ao sistema.
Já para quem usa o sistema iOS, o app se encontra disponível na Apple Store na versão 2.0.8. Para baixar busque por "SISS-Geo“.
Para que o SISS-Geo funcione da melhor forma, independente do sistema, habilite o GPS. O aplicativo funciona sem chip, mas precisa estar instalado.
Agora que já vimos um pouco das funcionalidades do aplicativo, avançaremos para criação de um usúario e um registro clicando aqui : Manual de uso Android ou Manual de uso iOS
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Ended: Guia Instrucional
Manual do Usuário ↵
Manual do Usuário Android
Cadastro de pessoa física (colaborador)
Como fazer o cadastro
É feito com a criação do “login” e senha de acesso. Os mesmos dados para acessar o app são utilizados também na Web. O cadastro de colaborador voluntário pode ser feito diretamente no app ou Web.
Informações pessoais dos colaboradores são solicitados e permitem identificar o interesse do usuário, atividade profissional, área de atuação, escolaridade e outras informações que ajudam a melhorar e adequar o sistema aos interesses dos usuários.
É possível se cadastrar anonimamente, mas sempre solicitamos a inclusão de algum contato, telefônico ou e-mail, pois muitas vezes, como no caso de emergência de doenças em animais, o contato é importante para que ações de prevenção e controle sejam executadas o mais rápido possível. Com isso, o SISS-Geo. cumpre mais uma de suas funções que é orientar e auxiliar o usuário, sua família e sua comunidade na prevenção e controle de doenças.
A qualquer momento o usuário pode atualizar suas informações para contato. Ao aderir ao SISS-Geo, o colaborador aceita o Termo de Uso e solicitamos que leiam com atenção. Recomendamos sempre, que optem em permitir que seu nome seja divulgado em atividades de educação, divulgação e difusão do SISS-Geo, e pesquisas. Qualquer uso desejado pelo usuário de dados de outros colaboradores e não previsto no Termo de Uso, deverá ser consultado diretamente à coordenação do sistema pelo “Fale Conosco”, e-mail biodiversidade@fiocruz.br ou pela aba “Fale com o CISS” no site www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br. Da mesma forma, o uso de qualquer informação dada pelo usuário não prevista no Termo de Uso só será utilizado pelo sistema com a autorização expressa do mesmo.
Para iniciarmos o cadastro primeiro vamos seguir os seguintes passos
Passo 1:Na tela inicial do aplicativo vá em Meu Cadastro
Passo 2:Depois clique em Cadastre-se
No caso de ter esquecido o seu login ou sua senha, basta clicar em "Esqueceu seus dados de acesso?" e seguir o passo a passo a seguir: Como recuperar meu acesso?
Passo 4: Crie um usuário e senha, e informe os seus dados e clique em Próximo
Passo 5: Após criado seu cadastro, Pronto! Se o nome do seu usuário está aparecendo, seu cadastro foi finalizado.
As telas a seguir ilustram o preenchimento de um registro no aplicativo. As imagens foram retiradas da versão Calopsita do Android e podem estar ligeiramente modificadas dependendo da versão disponível em outras do Android e iOS.
Em “Meus Registros”, você terá acesso a todos os seus registros, tanto os que estão no seu celular (“NO APARELHO”), ou seja, os que ainda não foram enviados para o SISS-Geo., quanto os que já foram enviados para o sistema “NO SISS-GEO").
Em “Mapa”, você poderá ver, em um mapa, todos os seus Registros e todos os outros registros feitos no sistema considerando o período de inclusão e o tipo de animal.
Ainda na página inicial você poderá fazer perguntas, enviar sugestões ou reportar problemas no Fale Conosco, e realizar o “Meu Cadastro” e realizar um registro em “Tirar foto” ou “Novo Registro”.
Iniciando o registro
Há duas formas de iniciar um novo registro, as duas opções em destaque (“TIRAR FOTO” e “NOVO REGISTRO”) diferem-se apenas na ordem que as informações são incluídas. No primeiro caso, a câmera do aparelho celular é imediatamente aberta e uma ou mais fotos podem ser incluídas. No segundo caso, inicia-se por questionamentos em torno de qual animal é observado, bem como suas condições, as fotos são incluídas ao final da inclusão do registro na opção de novo registro.
Um registro no SISS-Geo. é dividido basicamente em três etapas: Animal, Localização e Fotos.
A primeira etapa permite incluir informações de um ou mais animais observados na mesma localidade, e para cada animal, um conjunto de informações é solicitado.
Considerando a entrada no registro pela opção “NOVO REGISTRO”, para garantir a localização precisa do registro, o primeiro questionamento vai ser se você está no local do registro, ou seja, se está sendo realizado no momento da observação. Caso positivo, clique na opção “Sim, estou”, mas se a observação aconteceu em outro momento clique em “não”.
Caso a opção “Sim” seja selecionada, será necessário informar se a atual localização é o local de captura. Se for o local, a informação do GPS é utilizada, caso contrário, o usuário deverá informar manualmente a correta localização da observação.
Informações sobre o Animal
O primeiro conjunto de perguntas é justamente sobre os animais observados:
- Representa o cerne das informações que norteiam a proposta e uso do aplicativo;
É a reunião de todas as características envolvendo a identificação dos animais e condição física no momento do registro
Os registros sem fotos também são aceitos, mas tenha em mente que as fotos auxiliam na identificação taxonômica dos animais e, consequentemente, proporcionam mais qualidade ao registro. Após inserir a(s) foto(s) clique em avançar.
Importante incluir ao lado do animal alguma escala de referência de tamanho, como uma caneta ou moeda para auxiliar na identificação do mesmo.
Quanto mais fotos enviadas, mais completa a informação e mais precisa e confiável a identificação do animal.
As fotos devem enquadrar diferentes partes do animal e se possível, diferentes posições. No caso de animais mortos e doentes com algum ferimento e/ou anormalidades físicas, é importante retratar nas fotos para facilitar o diagnóstico.
Além disso, em casos de epizootias que já possuam a ficha do SINAN, é possível incluir uma foto da ficha junto as demais fotos do animal.
Obs.: é importante lembrar que em caso de registros sem foto, o colaborador pode descrever as características do animal em um espaço para detalhes adicionais (descrito à frente), mas sob nenhuma hipótese o colaborador deve utilizar fotos da internet sem a autorização do autor. Lembrando que a utilização de imagens da web sem autorização configura crime, infringindo a LEI Nº 9.610 de 19/02/1998.
Tipo do animal
Selecione o tipo de animal do registro (ex.: ave, macaco, morcego, capivara)
Importância do preenchimento:
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Permite associar os tipos de animais com suas doenças;
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Disponibiliza informação para a vigilância em saúde;
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Informa sobre a distribuição geográfica, áreas de uso, reprodução, alimentação e outras questões;
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Alerta para espécies raras e ameaçadas na região.
Certeza sobre a identificação do animal
O questionamento busca ter certeza se você sabe qual o tipo do animal observado
Importância do preenchimento:
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Ajuda na identificação do animal em casos de registros com fotos com baixa resolução, fotos sem animais e registros sem fotos;
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Eleva a hierarquia dos alertas no caso de suspeita de circulação de doenças;
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Assegurar a melhor qualidade dos dados incorporados.
Observado
Esse questionamento busca entender o estado do animal, se ele está vivo, morto ou se trata apenas de um vestígio (fezes, ossada, pegadas).
Se o animal estiver Vivo, você precisará informar o Comportamento do animal, é possível escolher entre as opções “Doente” “Estranho” e “Normal”.
Estas opções foram criadas, pois muitas vezes o colaborador não se sente seguro de dizer que o animal está doente, mas ele pode perceber alguma anormalidade no comportamento e/ou aparência do mesmo, e dessa forma ele pode assegurar que algo está fora da normalidade.
Se o animal estiver morto, você precisará selecionar a causa provável da morte entre “Não identificada”, “Atropelamento”, “Morte não acidental” ou “Outra”.
Por fim, se o usuário selecionar a opção vestígio, será necessário indicar se são “Fezes”, “Ossada” ou “Pegadas”.
Importância do preenchimento:
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Vivo: conhecer os padrões e condições de normalidade para a espécie e de sua ocorrência na região. Exemplos de animais com “comportamento estranho” são: Isolamento, inibição do apetite, atividades reduzidas, perda de orientação, alteração do período de atividade;
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Morto: pode indicar situações de risco, seja por doenças contagiosas ou por impactos diversos;
-
Vestígios: permite registrar rastros, pegadas, fezes e ossadas.
Condição física do animal
Caso o estado observado do animal tenha sido vivo ou morto haverá um questionamento acerca da condição física do animal. Sendo necessário indicar se ele está “Gordo”, “Magro” ou “Normal”.
Importância do preenchimento:
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Estimativa do estado de saúde do animal naquele momento.
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Vivos normais: indicam condições adequadas de vida.
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Mortos normais: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
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Vivos gordos: Indica oferta de alimento abundante, possivelmente sazonal ou humano.
-
Mortos gordos: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
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Vivos ou mortos magros: Existência de situações adversas ou parasitos crônicos – infecções bacterianas, protozoários e vermes, infestação de ectoparasitos, competição e stress.
Quantidade observada de animais
Deve indicar quantos animais nas mesmas condições foram observados: importante lembrar que mais de um grupo de animais, da mesma espécie, podem ser adicionados ao registro.
Importância do preenchimento:
- A quantidade de animais com as mesmas condições pode ajudar na indicação de situações epidêmicas, risco humano e animal, abundância populacional e tamanhos dos grupos na região.
Problemas observados
Além disso, é possível indicar se o animal está agindo de forma normal ou se está babando, possui algum sangramento, diarréia e outros sinais clínicos visíveis que auxiliam na indicação de uma suspeita diagnóstica.
Importância do preenchimento:
-
Indica quadro clínico de algumas doenças infecciosas e pode distinguir gravidades.
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Indica outros problemas – traumas, fraturas, disputas, agressões, atropelamentos, eletrocussão e quedas
-
Podem ser selecionados quantos problemas forem necessários
Além disso, a última opção denominada “Outras” permite ao usuário incluir problemas observados que não estejam na lista. Ao selecionar essa opção uma nova tela de inclusão de problemas será apresentada, basta digitar a descrição do problema e depois “Avançar”.
Animal de apreensão
Permite identificar se o animal foi apreendido, em caso de fotos de animais em cativeiro por exemplo.
Importância do preenchimento:
-
Facilitar a parceria com órgãos de fiscalização ambiental
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Organizar os dados de fiscalização para identificação de áreas de caça ilegal, oferta de espécies, e destinação posterior, além de organização automática dos dados
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Identificar situações de potencial contaminação de animais encarcerados, pois frequentemente os cativeiros agrupam diferentes animais, de diferentes origens e que podem estar contaminados com diferentes patógenos
Nome popular do animal
Informações adicionais sobre o animal para facilitar a identificação do mesmo.
Importância do preenchimento:
-
Orienta a equipe de validação dos dados sobre qual espécie foi registrada pelo usuário;
-
Enriquece a base de dados com os nomes das diversas regiões do Brasil;
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Auxilia na classificação de registros sem fotografias ou de pouca clareza.
Nome científico do animal
Para preenchimento de especialistas ou pessoas que saibam o nome científico da espécie registrada
Importância do preenchimento:
- Ajuda na identificação precisa do animal, pois a regionalidade influencia o nome popular do animal, enquanto o nome científico é universal.
Sexo do animal
É possível selecionar entre as opções – “Não identificado”, “Macho” ou “Fêmea”
Importância do preenchimento:
- Essa informação, quando possível observar, pode apoiar na identificação de qual sexo é acometido por mais e determinadas doenças ou mesmo na circulação de patógenos cuja transmissão é favorecida pelo comportamento sexual (dominância, corte, domínio territorial, competição)
Idade aproximada
É possível selecionar entre as opções – “Não identificada”, “Adulto”, “Jovem” ou “Filhote”
Importância do preenchimento:
-
Permite conhecer períodos reprodutivos no local do registro (presença de muitos filhotes);
-
Comportamentos dos indivíduos de uma mesma espécie se alteram ao longo do tempo e de sua fase de vida, o que os diferencia em relação à alguns riscos (por exemplo, a aquisição de parasitos).
Mais detalhes
No campo “Mais detalhes do animal”, o usuário pode preencher textualmente, informações pertinentes sobre o animal que não sejam disponibilizadas durante as perguntas feitas pelo aplicativo. Sejam informações comportamentais, odores, vocalizações, ou detalhamento de características físicas (principalmente em casos de registros sem fotografia). É importante ressaltar que quanto mais completa for a informação fornecida pelo usuário sobre o animal registrado, melhor será o entendimento sobre a identidade e o estado do animal.
Além disso, caso você já tenha o número da ficha do SINAN de notificação de epizootias é nesse local que ela deve ser informada.
Importância do preenchimento:
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Novos dados para a elucidação de dúvidas e problemas;
-
Animais que foram vistos vivos e morrem em sequência e foi acompanhado pelo colaborador;
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Registro do número do SINAN, comportamento do animal, se ele se alimentava, que alimento usava, códigos de fichas de notificação ou outros sistemas de informação, entre outras informações que o usuário julgar relevantes.
Como fazer o registro de 2 ou mais animais num mesmo local
Após inserir a foto e realizar a descrição do primeiro animal, você pode adicionar um outro animal (que pertença a outro tipo) que esteja no mesmo local, clicando em “Adicionar outro Animal”.
No caso de primatas não-humanos mortos e doentes é importante incluir um registro para cada animal (mesmo sendo do mesmo tipo), pois cada um terá um número do SISS-Geo. que poderá ser utilizado como identificador no caso da coleta de amostras.
Incluindo o novo animal, você encontrará o mesmo conjunto de perguntas sobre a descrição do animal que respondeu anteriormente. Você pode incluir todos os animais diferentes que estejam em um mesmo local, sendo eles de mesma espécie ou espécies distintas.
Como fazer um registro sem internet e enviar para o sistema depois?
Mesmo sem sinal de internet, é possível registrar um animal normalmente. A diferença é que você não conseguirá enviar o registro para o banco de dados do SISS-Geo. Esse registro ficará salvo no aplicativo do seu celular até que exista uma rede de internet disponível. Quando seu aparelho tiver o primeiro contato de conexão de internet, o aplicativo lhe enviará uma mensagem avisando que você tem um registro pendente para ser enviado.
Caso o registro não tenha sido enviado ficará a quantidade descrita ao lado de “Meus Registros” como no exemplo a seguir, onde 1 registros foi feito, mas ainda não foi enviado
Localização do registro
Após preencher as informações sobre os animais observados, o usuário será direcionado a preencher as informações sobre o local da observação.
Usando o sistema de posicionamento global (GPS) do telefone celular
Ao fazer o registro, certifique se o GPS do seu celular esteja ligado. O aplicativo utilizará as coordenadas geográficas do local através do GPS do seu celular. Quando estiver em ‘Descrição do Registro -> Local’, verifique a precisão do GPS (+/-) que diz sobre a variação (em metros) do posicionamento do registro feito. Sendo assim, quanto menor for essa variação (< 5 m), mais precisa será a real localização do registro. Caso o valor da precisão do GPS esteja alto (> 15 m), aguarde um momento até que diminua e estabilize.
De forma manual
Em algumas áreas, é possível que o GPS não funcione por falta de sinal. Para resolver esse problema, no aplicativo, existem duas opções para inserir a localização do seu registro. A primeira opção é inserir as coordenadas geográficas manualmente caso você tenha um outro dispositivo com GPS, como o próprio aparelho de GPS ou um relógio com GPS, por exemplo. A segunda opção é localizar o ponto mais próximo do registro indicando o local no mapa disponibilizado no aplicativo.
Importante: indicar a localização do registro é crucial para a vigilância em saúde de zoonoses. Por exemplo, os registros georreferenciados de macacos sadios, doentes ou mortos por febre amarela permitem a realização (1) de monitoramento de populações de macacos visando sua conservação, colaborando com os sistemas de proteção da biodiversidade e (2) da vigilância do vírus da febre amarela em escala regional visando a integridade da saúde do homem e reduzindo o trabalho braçal, e aumentando o trabalho integrado das equipes de campo.
Data e Hora
O SISS-Geo registra a data e hora que você está fazendo o registro, caso você tenha feito o registro em algum outro dia e horário é necessário trocar manualmente para a informação correta, para isso é só clicar na data e hora e fazer a alteração.
Importância do preenchimento:
-
Compreender a relação temporal dos vírus com os animais e humanos (estações do ano, por exemplo), e quando tais ambientes estão mais sujeitos a contato com possíveis animais infectados ou não;
-
Facilita a construção de planos de contingência locais, buscando fornecer bases para a redução dos riscos;
-
Apoia políticas preventivas, nos campos da saúde pública, do turismo e da conservação da biodiversidade;
-
Registros com datas e horas colaboram para o desenvolvimento de um acompanhamento mais específico de espécies chaves para o controle de zoonoses.
Informações/detalhamento do local:
Há 8 campos sobre as informações locais, porém apenas 2 são obrigatórios e condicionantes para a confirmação do registro, sendo o resto complementar. Vale lembrar, que quanto mais precisão nos dados geográficos, maior pode ser a nossa percepção socioambiental sobre a possível anormalidade. Uma das maiores lacunas dos sistemas de saúde e biodiversidade, é a falta de dados de qualidade, associados a contextos socio-biogeográficos dos registros.
Obrigatórios
Características do local
Selecione uma ou várias das opções conforme:
-
Natural - Áreas preservadas ou protegidas por lei que não sofreram modificações pela ação humana.
-
Próximo ao domicílio - Áreas ao redor dos domicílios, considerando aproximadamente cem metros ao seu redor.
-
Rural – áreas distantes de aglomerados urbanos, geralmente com produção agropecuária e baixa densidade populacional
-
Urbano - Áreas de intensa edificação e modificação do ambiente e alta densidade populacional e oferta de serviços.
-
De acordo com gravidade que o registro pode trazer, alertas automatizados são gerados, e no caso de macacos suspeitos de febre amarela, por exemplo, equipes são enviadas a campo, para a realização de exames laboratoriais, o que demanda agilidade, para se conseguir realizar os devidos estudos dos vírus encontrados;
-
Caso o registro seja feito com macacos em situação anormal, e conste a presença próximo a domicílios ou áreas urbanas, a gravidade da notificação é maior, gerando uma necessidade de ação mais rápida e eficiente, gerando pela informação captada pelo registro. Tal informação precisa, pode ajudar a otimizar recursos públicos, direcionando esforços para ações em que há um maior grau de ameaça à vida humana.
Impactos observados
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
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Nenhum
-
Assentamentos
-
Alteração de rios/lagos/lagoas
-
Avanço agropecuário
-
Desastres naturais: Deslizamentos/Enchentes
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Desmatamento
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Exploração de Petróleo e Gás
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Grandes obras: Estradas/Hidrelétricas/Indústrias/Portos
-
Impactos acidentais: Derramamentos de substâncias tóxicas
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Pressão imobiliária: Condomínio/Casas/Bairros
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Queimadas/Incêndios
-
Turismo ecológico
-
Urbanização recente
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Não obrigatórios
-
Como ocorre nas informações para o animal, o preenchimento das características do local é obrigatório apenas até este ponto, os demais campos aqui descritos são de grande relevância, mas opcionais, informações complementares que podem enriquecer as análises, como proximidade do registro junto a corpos hídricos
-
Informações geográficas precisas, são fundamentais para que equipes operacionais e de pesquisa, possam otimizar as buscas em campo e os modelos de projeção sobre a aproximação de doenças baseados em especificidades socio-geográficas, fazendo as correlações necessárias, para se entender mais sobre o contexto, e a ecologia das relações de parasitos, e como estes podem ameaçar a saúde humana.
-
Dados sobre a presença de assentamentos humanos, alteração de corpos hídricos, avanço agropecuário e da especulação imobiliária, abertura de estradas, desmatamento, queimadas, são variáveis sociais, que ajudam a entender a correlação entre biodiversidade, equilíbrio ambiental e propagação de zoonoses.
Situação fundiária da área
-
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
-
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
-
Não identificada
-
Assentamentos
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Comunidade rural
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Propriedade particular
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Terra do governo
-
Terra indígena
-
Terra quilombola
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Unidade de conservação: Parque/Reserva
-
Vizinho de Unidade de Conservação: Parque/Reserva
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
-
Informações título, posse e uso da terra;
-
Organização e tempo de ocupação e uso do solo;
-
Colabora na definição de padrões de ocorrência de anormalidades ou normalidades em áreas privadas, ou públicas, assim como na definição de competências e responsabilidades, diante da necessidade de ação prévia, emergencial ou a curto, médio ou longo prazo;
*Pode refletir situações conflituosas entre as diversas entidades coexistentes em um espaço geográfico bem como as práticas realizadas quanto o manejo dos recursos existentes.
Corpos de água
-
O usuário seleciona entre opções como:
-
Nenhum
-
Açude
-
Área alagada/Brejo/Banhado
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Corixo/Igarapé/Riacho
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Estuário
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Lagoa
-
Lago
-
Laguna
-
Mangue
-
Mar
-
Represa
-
Rio
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
-
Em casos de emergência de zoonoses, como nos casos de raiva, costuma-se observar um padrão de animais com sintomas de sede e positivados para raiva, em serem registrados, vivos, mortos ou agonizando, próximos a rios ou corpos de água;
-
A água é fator atrativo para os animais e centro de atividade nas regiões e abrigam espécies hospedeiras de parasitos como, mosquitos e moluscos, bem como vetores de diversas doenças;
-
As transformações dos corpos alteram sua dinâmica e pode favorecer surtos de doenças (a associação da malária com represas, por exemplo).
Agricultura
Refere-se sobre a atividade agrícola na região da observação, sendo possível selecionar uma ou mais opções dentre:
-
Nenhuma
-
Não identificada
-
Biocombustível ou oleaginosa ou cana-de-açúcar ou soja
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Extrativismo florestal
-
Fruticultura
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Grãos
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Irrigada
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Plantio integrado
-
Subsistência ou roça
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões de uso e do solo, e possível presença ou ausência de fauna, devido a estabelecimento de certos modelos de agricultura.
Obras/Empreendimentos
Refere-se a presença de alguma obra ou empreendimento na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
-
Nenhum
-
Não identificado
-
Estrada
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Expansão industrial
-
Exploração de Petróleo e Gás
-
Empreendimentos imobiliários: Condomínios/Sítios/Casas populares
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Ferrovia
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Garimpo
-
Grandes canais de irrigação
-
Hidrelétrica
-
Linhas de transmissão
-
Mineração
-
ortos e aeroportos
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Entender o contexto social geográfico local e as possíveis correlações que podem ser estabelecidas entre o modelo produtivo local e os casos de avistamento de fauna que podem indicar a transmissão ativa de doenças silvestres a saúde humana, como casos de aberturas de estradas, que levam a uma maior dispersão de vírus como o da Febre Amarela.
Pecuária
-
Refere-se a presença de atividade agropecuária na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
-
Nenhuma
-
Não identificada
-
Aquicultura
-
Bovino
-
Bubalino (búfalos)
-
Caprino
-
Granja e aviário
-
Ovino
-
Subsistência
-
Equino
-
Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões da ocorrência de pecuária, e possível presença ou ausência de fauna, como por exemplo, mortandade de aves próximo a pecuária de equinos pode ser um indício de Febre do Oeste do Nilo.
Detalhamento do local
Informações complementares e que o colaborador entende como importantes para se estabelecer uma relação mais ampla entre o contexto local geográfico e o contexto epidemiológico. No registro abaixo, um exemplo de um registro de observação de aves, e o detalhamento da proximidade do mesmo, com um fragmento florestal.
importância do preenchimento
-
Permite a construção de modelos espaciais de ocorrência de espécies com maior precisão geográfica e precisão científica sobre determinada doença;
-
Fundamental para direcionar ações de vigilância epidemiológica e ambiental;
-
Correlacionar as características da paisagem com a ocorrência de doenças e os fatores que as favorecem;
-
Essencial para compreender o possível ou provável evento epidemiológico ou eventos externos;
-
A precisão da data e da hora é importante, pois o sistema cria modelos de previsão, baseados na relação tempo-espacial dos registros;
Passo 2 - informações sobre o Animal
O primeiro conjunto de perguntas é justamente sobre os animais observados:
-
Representa o cerne das informações que norteiam a proposta e uso do aplicativo;
-
É a reunião de todas as características envolvendo a identificação dos animais e condição física no momento do registro.
Seleção de fotos
Selecione uma ou mais fotos do animal que podem ser capturadas no momento do registro com a câmera do celular ou selecionadas da galeria do aparelho. Os registros sem fotos também são aceitos, mas tenha em mente que as fotos auxiliam na identificação taxonômica dos animais e, consequentemente, proporcionam mais qualidade ao registro. Após inserir a(s) foto(s) clique em avançar.
Importante incluir ao lado do animal alguma escala de referência de tamanho, como uma caneta ou moeda para auxiliar na identificação do mesmo.
Quanto mais fotos enviadas, mais completa a informação e mais precisa e confiável a identificação do animal.
As fotos devem enquadrar diferentes partes do animal e se possível, diferentes posições. No caso de animais mortos e doentes com algum ferimento e/ou anormalidades físicas, é importante retratar nas fotos para facilitar o diagnóstico.
Além disso, em casos de epizootias que já possuam a ficha do SINAN, é possível incluir uma foto da ficha junto as demais fotos do animal.
Obs.: é importante lembrar que em caso de registros sem foto, o colaborador pode descrever as características do animal em um espaço para detalhes adicionais (descrito à frente), mas sob nenhuma hipótese o colaborador deve utilizar fotos da internet sem a autorização do autor. Lembrando que a utilização de imagens da web sem autorização configura crime, infringindo a LEI Nº 9.610 de 19/02/1998.
Qualidade do registro
Imagens do registro
Fotografar animais em vida livre não é uma tarefa fácil. Não se preocupe se a nitidez de sua foto ficar comprometida pela distância do animal ou por este estar em movimento. O SISS-Geo aceita registros mesmo sem foto. No entanto, quanto melhor a qualidade da imagem, maior a chance de identificação taxonômica e, consequentemente, de que o alerta para a vigilância, associado ao tipo de registro, seja feito da maneira adequada e com rapidez. Quando o animal está parado, o ideal é aproveitar a oportunidade para fornecer o máximo de imagens possível para maior riqueza de detalhes.
Melhores posições para fotografia
Tente fotografar o animal de corpo inteiro, mas também faça fotos de partes do corpo como a cabeça, mostrando orelhas e focinho, de frente e de perfil, rabo, patas, e demais características que julgar importantes para a identificação do táxon do animal.
Use uma escala!
Posicione uma régua ao lado do animal para que, quem receber o registro, consiga identificar o tamanho aproximado do mesmo, facilitando a identificação. Na falta de uma régua ou outra escala métrica, utilize um objeto de tamanho padrão, como uma caneta ou a sua mão posicionada ao lado do animal. Uma noção de escala mais próxima da realidade, ajuda muito os especialistas da plataforma a identificar com mais precisão os animais, e possíveis anormalidades.
Pronto! Seu registro está pronto para envio
Perguntas, comentários e sugestões sobre o sistema, entre em contato conosco pelos nossos canais oficiais!
Manual do Usuário iOS
Cadastro de pessoa física (colaborador)
Como fazer o cadastro
É feito com a criação do “login” e senha de acesso. Os mesmos dados para acessar o app são utilizados também na Web. O cadastro de colaborador voluntário pode ser feito diretamente no app ou Web.
Informações pessoais dos colaboradores são solicitados e permitem identificar o interesse do usuário, atividade profissional, área de atuação, escolaridade e outras informações que ajudam a melhorar e adequar o sistema aos interesses dos usuários.
É possível se cadastrar anonimamente, mas sempre solicitamos a inclusão de algum contato, telefônico ou e-mail, pois muitas vezes, como no caso de emergência de doenças em animais, o contato é importante para que ações de prevenção e controle sejam executadas o mais rápido possível. Com isso, o SISS-Geo. cumpre mais uma de suas funções que é orientar e auxiliar o usuário, sua família e sua comunidade na prevenção e controle de doenças.
A qualquer momento o usuário pode atualizar suas informações para contato. Ao aderir ao SISS-Geo, o colaborador aceita o Termo de Uso e solicitamos que leiam com atenção. Recomendamos sempre, que optem em permitir que seu nome seja divulgado em atividades de educação, divulgação e difusão do SISS-Geo, e pesquisas. Qualquer uso desejado pelo usuário de dados de outros colaboradores e não previsto no Termo de Uso, deverá ser consultado diretamente à coordenação do sistema pelo “Fale Conosco”, e-mail biodiversidade@fiocruz.br ou pela aba “Fale com o CISS” no site www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br. Da mesma forma, o uso de qualquer informação dada pelo usuário não prevista no Termo de Uso só será utilizado pelo sistema com a autorização expressa do mesmo.
Passo 1: Na tela inicial do aplicativo vá em Meu Cadastro
Passo 2: Depois clique em Cadastrar
Passo 3: Leia até o final os termos e condições de uso e clique em Declaro que li e concordo com este termo
Passo 4: Crie um usuário e senha, e informe os seus dados
Passo 5: Pronto! Se o nome do seu usuário está aparecendo, seu cadastro já foi feito
No caso de ter esquecido o seu login ou sua senha, basta clicar em "Esqueci minha senha" e seguir o passo a passo a seguir: Como recuperar meu acesso?
Como fazer um registro
Em “Meus Registros”, você terá acesso a todos os seus registros, tanto os que estão no seu celular (“NO APARELHO”), ou seja, os que ainda não foram enviados para o SISS-Geo, quanto os que já foram enviados para o sistema (“NO SISS-GEO").
Em “Mapa”, você poderá ver, em um mapa, todos os seus Registros e todos os outros registros feitos no sistema considerando o período de inclusão e o tipo de animal. Poderá fazer perguntas, enviar sugestões ou reportar problemas no Fale Conosco, e realizar o “Meu Cadastro” somente na primeira vez que usar o SISS-Geo.
Iniciar registro
Há duas formas de iniciar um novo registro, as duas opções em destaque (“TIRAR FOTO” e “NOVO REGISTRO”) diferem-se apenas na ordem que as informações são incluídas. No primeiro caso, a câmera do aparelho celular é imediatamente aberta e uma ou mais fotos podem ser incluídas. No segundo caso, inicia-se por questionamentos em torno de qual animal é observado, bem como suas condições, as fotos são incluídas ao final da inclusão do registro na opção de novo registro.
Um registro no SISS-Geo é dividido basicamente em três etapas: Animal, Localização e Fotos.
A primeira etapa permite incluir informações de um ou mais animais observados na mesma localidade, e para cada animal, um conjunto de informações é solicitado.
Considerando a entrada no registro pela opção “NOVO REGISTRO”, para garantir a localização precisa do registro, o primeiro questionamento vai ser se você está no local do registro, ou seja, se está sendo realizado no momento da observação. Caso positivo, clique na opção “Sim, estou”, mas se a observação aconteceu em outro momento clique em “não”.
Informações sobre o Animal
O primeiro conjunto de perguntas é justamente sobre os animais observados:
- Representa o cerne das informações que norteiam a proposta e uso do aplicativo;
- É a reunião de todas as características envolvendo a identificação dos animais e condição física no momento do registro.
Seleção de fotos
Selecione uma ou mais fotos do animal que podem ser capturadas no momento do registro com a câmera do celular ou selecionadas da galeria do aparelho. Os registros sem fotos também são aceitos, mas tenha em mente que as fotos auxiliam na identificação taxonômica dos animais e, consequentemente, proporcionam mais qualidade ao registro. Após inserir a(s) foto(s) clique em avançar.
Importante incluir ao lado do animal alguma escala de referência de tamanho, como uma caneta ou moeda para auxiliar na identificação do mesmo. Quanto mais fotos enviadas, mais completa a informação e mais precisa e confiável a identificação do animal. As fotos devem enquadradar diferentes partes do animal e se possível, diferentes posições. No caso de animais mortos e doentes com algum ferimento e/ou anormalidades físicas, é importante retratar nas fotos para facilitar o diagnóstico.
Além disso, em casos de epizootias que já possuam a ficha do SINAN, é possível incluir uma foto da ficha junto as demais fotos do animal. Obs: é importante lembrar que em caso de registros sem foto, o colaborador pode descrever as características do animal em um espaço para detalhes adicionais (descrito à frente), mas sob nenhuma hipotese o colaborador deve utilizar fotos da internet sem a autorização do autor. Lembrando que a utilização de imagens da web sem autorização configura crime, infringindo a LEI Nº 9.610 de 19/02/1998.
Tipo do animal
Selecione o tipo de animal do registro (ex.: ave, macaco, morcego, capivara)
Importância do preenchimento:
- Permite associar os tipos de animais com suas doenças;
- Disponibiliza informação para a vigilância em saúde;
- Informa sobre a distribuição geográfica, áreas de uso, reprodução, alimentação e outras questões;
- Alerta para espécies raras e ameaçadas na região.
Certeza sobre a identificação do animal:
O questionamento busca ter certeza se você sabe qual o tipo do animal observado
Importância do preenchimento:
- Ajuda na identificação do animal em casos de registros com fotos com baixa resolução, fotos sem animais e registros sem fotos;
- Eleva a hierarquia dos alertas no caso de suspeita de circulação de doenças;
- Assegurar a melhor qualidade dos dados incorporados.
Observado
Esse questionamento busca entender o estado do animal, se ele está vivo, morto ou se trata apenas de um vestígio (fezes, ossada, pegadas).
Se o animal estiver Vivo, você precisará informar o comportamento do animal, é possível escolher entre as opções “Doente” “Estranho” e “Normal”.
Estas opções foram criadas, pois muitas vezes o colaborador não se sente seguro de dizer que o animal está doente, mas ele pode perceber alguma anormalidade no comportamento e/ou aparência do mesmo, e dessa forma ele pode assegurar que algo está fora da normalidade.
Se o animal estiver morto, você precisará selecionar a causa provável da morte entre “Não identificada”, “Atropelamento”, “Morte não acidental” ou “Outra”
Por fim, se o usuário selecionar a opção vestígio, será possível necessário indicar se são “Fezes”, “Ossada” ou “Pegadas”
Importância do preenchimento:
- Vivo: conhecer os padrões e condições de normalidade para a espécie e de sua ocorrência na região. Exemplos de animais com “comportamento estranho” são: Isolamento, inibição do apetite, atividades reduzidas, perda de orientação, alteração do período de atividade;
- Morto: pode indicar situações de risco, seja por doenças contagiosas ou por impactos diversos;
- Vestígios: permite registrar rastros, pegadas, fezes e ossadas.
Condição física do animal
Caso o estado observado do animal tenha sido vivo ou morto haverá um questionamento acerca da condição física do animal. Sendo necessário indicar se ele está “Gordo”, “Magro” ou “Normal”.
Importância do preenchimento:
- Estimativa do estado de saúde do animal naquele momento.
- Vivos normais: indicam condições adequadas de vida.
- Mortos normais: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
- Vivos gordos: Indica oferta de alimento abundante, possivelmente sazonal ou humano.
- Mortos gordos: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
- Vivos ou mortos magros: Existência de situações adversas ou parasitos crônicos – infecções bacterianas, protozoários e vermes, infestação de ectoparasitos,competição e stress.
Quantidade observada de animais:
Deve indicar quantos animais nas mesmas condições foram observados: importante lembrar que mais de um grupo de animais, da mesma espécie, podem ser adicionados ao registro.
Importância do preenchimento:
- A quantidade de animais com as mesmas condições pode ajudar na indicação de situações epidêmicas, risco humano e animal, abundância populacional e tamanhos dos grupos na região.
Problemas observados
Além disso, é possível indicar se o animal está agindo de forma normal ou se está babando, possui algum sangramento, diarréia e outros sinais clínicos visíveis que auxiliam na indicação de uma suspeita diagnóstica.
Importância do preenchimento:
- Indica quadro clínico de algumas doenças infecciosas e pode distinguir gravidades.
- Indica outros problemas – traumas, fraturas, disputas, agressões, atropelamentos, eletrocussão e quedas
- Podem ser selecionados quantos problemas forem necessários
Além disso, a última opção denominada “Outras” permite ao usuário incluir problemas observados que não estejam na lista. Ao selecionar essa opção uma nova tela de inclusão de problemas será apresentada, basta digitar a descrição do problema e clicar sobre “Adicionar Problema” e depois “Avançar”.
Animal de apreensão
Permite identificar se o animal foi apreendido, em caso de fotos de animais em cativeiro por exemplo.
Importância do preenchimento:
- Facilitar a parceria com órgãos de fiscalização ambiental
- Organizar os dados de fiscalização para identificação de áreas de caça ilegal, oferta de espécies, e destinação posterior, além de organização automática dos dados
- Identificar situações de potencial contaminação de animais encarcerados, pois frequentemente os cativeiros agrupam diferentes animais, de diferentes origens e que podem estar contaminados com diferentes patógenos
Nome popular do animal
Informações adicionais sobre o animal para facilitar a identificação do mesmo.
Importância do preenchimento:
- Orienta a equipe de validação dos dados sobre qual espécie foi registrada pelo usuário;
- Enriquece a base de dados com os nomes das diversas regiões do Brasil;
- Auxilia na classificação de registros sem fotografias ou de pouca clareza.
Nome científico do animal:
Para preenchimento de especialistas ou pessoas que saibam o nome científico da espécie registrada
Importância do preenchimento:
- Ajuda na identificação precisa do animal, pois a regionalidade influencia o nome popular do animal, enquanto o nome científico é universal.
Sexo do animal
É possível selecionar entre as opções – “Não identificado”, “Macho” ou “Fêmea”.
Importância do preenchimento
- Essa informação, quando possível observar, pode apoiar na identificação de qual sexo é acometido por mais e determinadas doenças ou mesmo na circulação de patógenos cuja transmissão é favorecida pelo comportamento sexual (dominância, corte, domínio territorial, competição)
Idade aproximada
É possível selecionar entre as opções – “Não identificada”, “Adulto”, “Jovem” ou “Filhote”.
Importância do preenchimento - Permite conhecer períodos reprodutivos no local do registro (presença de muitos filhotes); - Comportamentos dos indivíduos de uma mesma espécie se alteram ao longo do tempo e de sua fase de vida, o que os diferencia em relação à alguns riscos (por exemplo, a aquisição de parasitos).
Mais detalhes
No campo “Mais detalhes do animal”, o usuário pode preencher textualmente, informações pertinentes sobre o animal que não sejam disponibilizadas durante as perguntas feitas pelo aplicativo. Sejam informações comportamentais, odores, vocalizações, ou detalhamento de características físicas (principalmente em casos de registros sem fotografia).
É importante ressaltar que quanto mais completa for a informação fornecida pelo usuário sobre o animal registrado, melhor será o entendimento sobre a identidade e o estado do animal.
Além disso, caso você já tenha o número da ficha do SINAN de notificação de epizootias é nesse local que ela deve ser informado.
Importância do preenchimento:
- Novos dados para a elucidação de dúvidas e problemas;
- Animais que foram vistos vivos e morrem em sequência e foi acompanhado pelo colaborador;
- Registro do número do SINAN, comportamento do animal, se ele se alimentava, que alimento usava, códigos de fichas de notificação ou outros sistemas de informação, entre outras informações que o usuário julgar relevantes.
Como fazer o registro de 2 ou mais animais num mesmo local
Após inserir a foto e realizar a descrição do primeiro animal, você pode adicionar um outro animal (que pertença a outro tipo) que esteja no mesmo local, clicando em “Adicionar Animal”. No caso de primatas não-humanos mortos e doentes é importante incluir um registro para cada animal (mesmo sendo do mesmo tipo), pois cada um terá um número do SISS-Geo que poderá ser utilizado como identificador no caso da coleta de amostras.
Incluindo o novo animal, você encontrará o mesmo conjunto de perguntas sobre a descrição do animal que respondeu anteriormente. Você pode incluir todos os animais diferentes que estejam em um mesmo local, sendo eles de mesma espécie ou espécies distintas.
Como fazer um registro sem internet e enviar para o sistema depois?
Mesmo sem sinal de internet, é possivel registrar um animal normalmente. A diferença é que você não conseguirá enviar o registro para o banco de dados do SISS-Geo. Esse registro ficará salvo no aplicativo do seu celular até que exista uma rede de internet disponível. Quando seu aparelho tiver o primeiro contato de conexão de internet, o aplicativo lhe enviará uma mensagem avisando que você tem um registro pendente para ser enviado.
Localização do registro
Após preencher as informações sobre os animais observados, o usuário será direcionado a preencher as informações sobre o local da observação.
Usando o sistema de posicionamento global (GPS) do telefone celular
Ao fazer o registro, certifique se o GPS do seu celular esteja ligado. O aplicativo utilizará as coordenadas geográficas do local através do GPS do seu celular. Quando estiver em ‘Descrição do Registro -> Local’, verifique a precisão do GPS (+/-) que diz sobre a variação (em metros) do posicionamento do registro feito. Sendo assim, quanto menor for essa variação (< 10 m), mais precisa será a real localização do registro. Caso o valor da precisão do GPS esteja alto (> 15 m), aguarde um momento até que diminua e estabilize.
De forma manual
Em algumas áreas, é possível que o GPS não funcione por falta de sinal. Para resolver esse problema, no aplicativo, existem duas opções para inserir a localização do seu registro. A primeira opção é inserir as coordenadas geográficas manualmente caso você tenha um outro dispositivo com GPS, como o próprio aparelho de GPS ou um relógio com GPS, por exemplo. A segunda opção é localizar o ponto mais próximo do registro indicando o local no mapa disponibilizado no aplicativo.
Importante: indicar a localização do registro é crucial para a vigilância em saúde de zoonoses. Por exemplo, os registros georreferenciados de macacos sadios, doentes ou mortos por febre amarela permitem a realização (1) de monitoramento de populações de macacos visando sua conservação, colaborando com os sistema de proteção da biodiversidade e (2) da vigilância do vírus da febre amarela em escala regional visando a integridade da saúde do homem e reduzindo o trabalho braçal, e aumentando o trabalho integrado das equipes de campo.
Data e Hora
O SISS-Geo registra a data e hora que você está fazendo o registro, caso você tenha feito o registro em algum outro dia e horário é necessário trocar manualmente para a informação correta, para isso é só clicar na data e hora e fazer a alteração.
Importância do preenchimento:
- Compreender a relação temporal dos vírus com os animais e humanos (estações do ano, por exemplo), e quando tais ambientes estão mais sujeitos a contato com possíveis animais infectados ou não;
- Facilita a construção de planos de contingência locais, buscando fornecer bases para a redução dos riscos;
- Apoia políticas preventivas, nos campos da saúde pública, do turismo e da conservação da biodiversidade;
- Registros com datas e horas colaboram para o desenvolvimento de um acompanhamento mais específico de espécies chaves para o controle de zoonoses.
Informações/detalhamento do local:
Há 8 campos sobre as informações locais, porém apenas 2 são obrigatórios e condicionantes para a confirmação do registro, sendo o resto complementar. Vale lembrar, que quanto mais precisão nos dados geográficos, maior pode ser a nossa percepção socioambiental sobre a possível anormalidade. Uma das maiores lacunas dos sistemas de saúde e biodiversidade, é a falta de dados de qualidade, associados a contextos socio-biogeográficos dos registros.
Obrigatórios
Características do local
Selecione uma ou várias das opções conforme:
- Natural - Áreas preservadas ou protegidas por lei que não sofreram modificações pela ação humana.
- Próximo ao domicílio - Áreas ao redor dos domicílios, considerando aproximadamente cem metros ao seu redor.
- Rural – áreas distantes de aglomerados urbanos, geralmente com produção agropecuária e baixa densidade populacional
- Urbano - Áreas de intensa edificação e modificação do ambiente e alta densidade populacional e oferta de serviços.
Importância do preenchimento:
- De acordo com gravidade que o registro pode trazer, alertas automatizados são gerados, e no caso de macacos suspeitos de febre amarela, por exemplo, equipes são enviadas a campo, para a realização de exames laboratoriais, o que demanda agilidade, para se conseguir realizar os devidos estudos dos vírus encontrados;
- Caso o registro seja feito com macacos em situação anormal, e conste a presença próximo a domicílios ou áreas urbanas, a gravidade da notificação é maior, gerando uma necessidade de ação mais rápida e eficiente, gerando pela informação captada pelo registro. Tal informação precisa, pode ajudar a otimizar recursos públicos, direcionando esforços para ações onde há um maior grau de ameaça à vida humana.
Impactos observados
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre: - Nenhum - Assentamentos - Alteração de rios/lagos/lagoas - Avanço agropecuário - Desastres naturais: Deslizamentos/Enchentes - Desmatamento - Exploração de Petróleo e Gás - Grandes obras: Estradas/Hidrelétricas/Indústrias/Portos - Impactos acidentais: Derramamentos de substâncias tóxicas - Pressão imobiliária: Condomínio/Casas/Bairros - Queimadas/Incêndios - Turismo ecológico - Urbanização recente - Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Não obrigatórios
Como ocorre nas informações para o animal, o preenchimento das características do local é obrigatório apenas até este ponto, os demais campos aqui descritos são de grande relevância, mas opcionais, informações complementares que podem enriquecer as análises, como proximidade do registro junto a corpos hídricos
Informações geográficas precisas, são fundamentais para que equipes operacionais e de pesquisa, possam otimizar as buscas em campo e os modelos de projeção sobre a aproximação de doenças baseados em especificidades socio-geográficas, fazendo as correlações necessárias, para se entender mais sobre o contexto, e a ecologia das relações de parasitos, e como estes podem ameaçar a saúde humana.
Dados sobre a presença de assentamentos humanos, alteração de corpos hídricos, avanço agropecuário e da especulação imobiliária, abertura de estradas, desmatamento, queimadas, são variáveis sociais, que ajudam a entender a correlação entre biodiversidade, equilíbrio ambiental e propagação de zoonoses.
Situação fundiária da área
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
- Não identificada
- Assentamentos
- Comunidade rural
- Propriedade particular
- Terra do governo
- Terra indígena
- Terra quilombola
- Unidade de conservação: Parque/Reserva
- Vizinho de Unidade de Conservação: Parque/Reserva
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Informações título, posse e uso da terra;
- Organização e tempo de ocupação e uso do solo;
- Colabora na definição de padrões de ocorrência de anormalidades ou normalidades em áreas privadas, ou públicas, assim como na definição de competências e responsabilidades, diante da necessidade de ação prévia, emergencial ou a curto, médio ou longo prazo;
- Pode refletir situações conflituosas entre as diversas entidades coexistentes em um espaço geográfico bem como as práticas realizadas quanto o manejo dos recursos existentes.
Corpos de água
O usuário seleciona entre opções como:
- Nenhum
- Açude
- Área alagada/Brejo/Banhado
- Corixo/Igarapé/Riacho
- Estuário
- Lagoa
- Lago
- Laguna
- Mangue
- Mar
- Represa
- Rio
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Em casos de emergência de zoonoses, como nos casos de raiva, costuma-se observar um padrão de animais com sintomas de sede e positivados para raiva, em serem registrados, vivos, mortos ou agonizando, próximos a rios ou corpos de água;
- A água é fator atrativo para os animais e centro de atividade nas regiões e abrigam espécies hospedeiras de parasitos como, mosquitos e moluscos, bem como vetores de diversas doenças;
- As transformações dos corpos alteram sua dinâmica e pode favorecer surtos de doenças (a associação da malária com represas, por exemplo).
Agricultura
Refere-se sobre a atividade agrícola na região da observação, sendo possível selecionar uma ou mais opções dentre:
- Nenhuma
- Não identificada
- Biocombustível ou oleaginosa ou cana-de-açúcar ou soja
- Extrativismo florestal
- Fruticultura
- Grãos
- Irrigada
- Plantio integrado
- Subsistência ou roça
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões de uso e do solo, e possível presença ou ausência de fauna, devido a estabelecimento de certos modelos de agricultura.
Obras/Empreendimentos
Refere-se a presença de alguma obra ou empreendimento na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
- Nenhum
- Não identificado
- Estrada
- Expansão industrial
- Exploração de Petróleo e Gás
- Empreendimentos imobiliários: Condomínios/Sítios/Casas populares
- Ferrovia
- Garimpo
- Grandes canais de irrigação
- Hidrelétrica
- Linhas de transmissão
- Mineração
- Portos e aeroportos
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Entender o contexto social geográfico local e as possíveis correlações que podem ser estabelecidas entre o modelo produtivo local e os casos de avistamento de fauna que podem indicar a transmissão ativa de doenças silvestres a saúde humana, como casos de aberturas de estradas, que levam a uma maior dispersão de vírus como o da Febre Amarela.
Pecuária
Refere-se a presença de atividade agropecuária na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
- Nenhuma
- Não identificada
- Aquicultura
- Bovino
- Bubalino (búfalos)
- Caprino
- Granja e aviário
- Ovino
- Subsistência
- Equino
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões da ocorrência de pecuária, e possível presença ou ausência de fauna, como por exemplo, mortandade de aves próximo a pecuária de equinos pode ser um indício de Febre do Oeste do Nilo.
Detalhamento do local
Informações complementares e que o colaborador entende como importantes para se estabelecer uma relação mais ampla entre o contexto local geográfico e o contexto epidemiológico. No registro abaixo, um exemplo de um registro de observação de aves, e o detalhamento da proximidade do mesmo, com um fragmento florestal.
Importância do preenchimento
- Permite a construção de modelos espaciais de ocorrência de espécies com maior precisão geográfica e precisão científica sobre determinada doença;
- Fundamental para direcionar ações de vigilância epidemiológica e ambiental;
- Correlacionar as características da paisagem com a ocorrência de doenças e os fatores que as favorecem;
- Essencial para compreender o possível ou provável evento epidemiológico ou eventos externos;
- A precisão da data e da hora é importante, pois o sistema cria modelos de previsão, baseados na relação tempo-espacial dos registros;
Qualidade do registro
Imagens do registro
Fotografar animais em vida livre não é uma tarefa fácil. Não se preocupe se a nitidez de sua foto ficar comprometida pela distância do animal ou por este estar em movimento. O SISS-Geo aceita registros mesmo sem foto. No entanto, quanto melhor a qualidade da imagem, maior a chance de identificação taxonômica e, consequentemente, de que o alerta para a vigilância, associado ao tipo de registro, seja feito da maneira adequada e com rapidez. Quando o animal está parado, o ideal é aproveitar a oportunidade para fornecer o máximo de imagens possível para maior riqueza de detalhes.
Melhores posições para fotografia
Tente fotografar o animal de corpo inteiro, mas também faça fotos de partes do corpo como a cabeça, mostrando orelhas e focinho, de frente e de perfil, rabo, patas, e demais características que julgar importantes para a identificação do táxon do animal.
Use uma escala!
Posicione uma régua ao lado do animal para que, quem receber o registro, consiga identificar o tamanho aproximado do mesmo, facilitando a identificação. Na falta de uma régua ou outra escala métrica, utilize um objeto de tamanho padrão, como uma caneta ou a sua mão posicionada ao lado do animal. Uma noção de escala mais próxima da realidade, ajuda muito os especialistas da plataforma a identificar com mais precisão os animais, e possíveis anormalidades.
Perguntas, comentários e sugestões sobre o sistema, entre em contato conosco pelos nossos canais oficiais!
Manual do Usuário Web
Cadastro de pessoa física (colaborador)
Passo a passo para estar criando seu cadastro de colaborador
Como fazer um registro
Iniciar registro
Para iniciar um novo registro, primeiro vamos acessar a aba "Registros" e clicar em "Adicionar registro".
Um registro no SISS-Geo é dividido basicamente em três etapas: Animal, Localização e Fotos.
A primeira etapa permite incluir informações de um ou mais animais observados na mesma localidade, e para cada animal, um conjunto de informações é solicitado.
Ao acessar "Adicionar registro" você entrará nesta página.
Data e Hora
O SISS-Geo registra a data e hora que você está fazendo o registro, caso você tenha feito o registro em algum outro dia e horário é necessário trocar manualmente para a informação correta, para isso é só clicar na data e hora e fazer a alteração.
Importância do preenchimento:
- Compreender a relação temporal dos vírus com os animais e humanos (estações do ano, por exemplo), e quando tais ambientes estão mais sujeitos a contato com possíveis animais infectados ou não;
- Facilita a construção de planos de contingência locais, buscando fornecer bases para a redução dos riscos;
- Apoia políticas preventivas, nos campos da saúde pública, do turismo e da conservação da biodiversidade;
- Registros com datas e horas colaboram para o desenvolvimento de um acompanhamento mais específico de espécies chaves para o controle de zoonoses.
Certeza sobre a identificação do animal:
O questionamento busca ter certeza se você sabe qual o tipo do animal observado
Importância do preenchimento:
- Ajuda na identificação do animal em casos de registros com fotos com baixa resolução, fotos sem animais e registros sem fotos;
- Eleva a hierarquia dos alertas no caso de suspeita de circulação de doenças;
- Assegurar a melhor qualidade dos dados incorporados.
Nome popular do animal
Informações adicionais sobre o animal para facilitar a identificação do mesmo.
Importância do preenchimento:
- Orienta a equipe de validação dos dados sobre qual espécie foi registrada pelo usuário;
- Enriquece a base de dados com os nomes das diversas regiões do Brasil;
- Auxilia na classificação de registros sem fotografias ou de pouca clareza.
Nome científico do animal:
Para preenchimento de especialistas ou pessoas que saibam o nome científico da espécie registrada
Importância do preenchimento:
- Ajuda na identificação precisa do animal, pois a regionalidade influencia o nome popular do animal, enquanto o nome científico é universal.
Tipo do animal
Selecione o tipo de animal do registro (ex.: ave, macaco, morcego, capivara)
Importância do preenchimento:
- Permite associar os tipos de animais com suas doenças;
- Disponibiliza informação para a vigilância em saúde;
- Informa sobre a distribuição geográfica, áreas de uso, reprodução, alimentação e outras questões;
- Alerta para espécies raras e ameaçadas na região.
Observado
Esse questionamento busca entender o estado do animal, se ele está vivo, morto ou se trata apenas de um vestígio (fezes, ossada, pegadas).
Se o animal estiver Vivo, você precisará informar o comportamento do animal, é possível escolher entre as opções “Doente” “Estranho” e “Normal”.
Estas opções foram criadas, pois muitas vezes o colaborador não se sente seguro de dizer que o animal está doente, mas ele pode perceber alguma anormalidade no comportamento e/ou aparência do mesmo, e dessa forma ele pode assegurar que algo está fora da normalidade.
Se o animal estiver morto, você precisará selecionar a causa provável da morte entre “Não identificada”, “Atropelamento”, “Morte não acidental” ou “Outra”
Por fim, se o usuário selecionar a opção vestígio, será necessário indicar se são “Fezes”, “Ossada” ou “Pegadas”
Importância do preenchimento:
- Vivo: conhecer os padrões e condições de normalidade para a espécie e de sua ocorrência na região. Exemplos de animais com “comportamento estranho” são: Isolamento, inibição do apetite, atividades reduzidas, perda de orientação, alteração do período de atividade;
- Morto: pode indicar situações de risco, seja por doenças contagiosas ou por impactos diversos;
- Vestígios: permite registrar rastros, pegadas, fezes e ossadas.
Quantidade observada de animais:
Deve indicar quantos animais nas mesmas condições foram observados: importante lembrar que mais de um grupo de animais, da mesma espécie, podem ser adicionados ao registro.
Importância do preenchimento:
- A quantidade de animais com as mesmas condições pode ajudar na indicação de situações epidêmicas, risco humano e animal, abundância populacional e tamanhos dos grupos na região.
Sexo do animal
É possível selecionar entre as opções – “Não identificado”, “Macho” ou “Fêmea”.
Importância do preenchimento
- Essa informação, quando possível observar, pode apoiar na identificação de qual sexo é acometido por mais e determinadas doenças ou mesmo na circulação de patógenos cuja transmissão é favorecida pelo comportamento sexual (dominância, corte, domínio territorial, competição)
Idade aproximada
É possível selecionar entre as opções – “Não identificada”, “Adulto”, “Jovem” ou “Filhote”.
Importância do preenchimento - Permite conhecer períodos reprodutivos no local do registro (presença de muitos filhotes); - Comportamentos dos indivíduos de uma mesma espécie se alteram ao longo do tempo e de sua fase de vida, o que os diferencia em relação à alguns riscos (por exemplo, a aquisição de parasitos).
Condição física do animal
Caso o estado observado do animal tenha sido vivo ou morto haverá um questionamento acerca da condição física do animal. Sendo necessário indicar se ele está “Gordo”, “Magro” ou “Normal”.
Importância do preenchimento:
- Estimativa do estado de saúde do animal naquele momento.
- Vivos normais: indicam condições adequadas de vida.
- Mortos normais: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
- Vivos gordos: Indica oferta de alimento abundante, possivelmente sazonal ou humano.
- Mortos gordos: indicam causas externas ou circulação de patógenos de ciclo curto – vírus.
- Vivos ou mortos magros: Existência de situações adversas ou parasitos crônicos – infecções bacterianas, protozoários e vermes, infestação de ectoparasitos,competição e stress.
Anormalidades observadas no animal
Além disso, é possível indicar se o animal está agindo de forma normal ou se está babando, possui algum sangramento, diarréia e outros sinais clínicos visíveis que auxiliam na indicação de uma suspeita diagnóstica.
Importância do preenchimento:
- Indica quadro clínico de algumas doenças infecciosas e pode distinguir gravidades.
- Indica outros problemas – traumas, fraturas, disputas, agressões, atropelamentos, eletrocussão e quedas
- Podem ser selecionados quantos problemas forem necessários
Animal de apreensão
Permite identificar se o animal foi apreendido, em caso de fotos de animais em cativeiro por exemplo.
Importância do preenchimento:
- Facilitar a parceria com órgãos de fiscalização ambiental
- Organizar os dados de fiscalização para identificação de áreas de caça ilegal, oferta de espécies, e destinação posterior, além de organização automática dos dados
- Identificar situações de potencial contaminação de animais encarcerados, pois frequentemente os cativeiros agrupam diferentes animais, de diferentes origens e que podem estar contaminados com diferentes patógenos
Mais detalhes
No campo “Mais detalhes do animal”, o usuário pode preencher textualmente, informações pertinentes sobre o animal que não sejam disponibilizadas durante as perguntas feitas pelo aplicativo. Sejam informações comportamentais, odores, vocalizações, ou detalhamento de características físicas (principalmente em casos de registros sem fotografia).
É importante ressaltar que quanto mais completa for a informação fornecida pelo usuário sobre o animal registrado, melhor será o entendimento sobre a identidade e o estado do animal.
Além disso, caso você já tenha o número da ficha do SINAN de notificação de epizootias é nesse local que ela deve ser informado.
Importância do preenchimento:
- Novos dados para a elucidação de dúvidas e problemas;
- Animais que foram vistos vivos e morrem em sequência e foi acompanhado pelo colaborador;
- Registro do número do SINAN, comportamento do animal, se ele se alimentava, que alimento usava, códigos de fichas de notificação ou outros sistemas de informação, entre outras informações que o usuário julgar relevantes.
Como fazer o registro de 2 ou mais animais num mesmo local
Após inserir a foto e realizar a descrição do primeiro animal, você pode adicionar um outro animal (que pertença a outro tipo) que esteja no mesmo local, clicando em “Adicionar Animal”. No caso de primatas não-humanos mortos e doentes é importante incluir um registro para cada animal (mesmo sendo do mesmo tipo), pois cada um terá um número do SISS-Geo que poderá ser utilizado como identificador no caso da coleta de amostras.
Incluindo o novo animal, você encontrará o mesmo conjunto de perguntas sobre a descrição do animal que respondeu anteriormente. Você pode incluir todos os animais diferentes que estejam em um mesmo local, sendo eles de mesma espécie ou espécies distintas.
Localização do registro
Após preencher as informações sobre os animais observados, clicando em próximo o usuário será direcionado a preencher as informações sobre o local da observação.
Ao fazer o registro, uma opção para inserir a localização é por meio de inserir as coordenadas geográficas manualmente caso você as tenha. Uma segunda opção é localizar o ponto mais próximo do registro indicando o local no mapa disponibilizado.
Importante: indicar a localização do registro é crucial para a vigilância em saúde de zoonoses. Por exemplo, os registros georreferenciados de macacos sadios, doentes ou mortos por febre amarela permitem a realização (1) de monitoramento de populações de macacos visando sua conservação, colaborando com os sistema de proteção da biodiversidade e (2) da vigilância do vírus da febre amarela em escala regional visando a integridade da saúde do homem e reduzindo o trabalho braçal, e aumentando o trabalho integrado das equipes de campo.
Informações/detalhamento do local:
Há 8 campos sobre as informações locais, porém apenas 2 são obrigatórios e condicionantes para a confirmação do registro, sendo o resto complementar. Vale lembrar, que quanto mais precisão nos dados geográficos, maior pode ser a nossa percepção socioambiental sobre a possível anormalidade. Uma das maiores lacunas dos sistemas de saúde e biodiversidade, é a falta de dados de qualidade, associados a contextos socio-biogeográficos dos registros.
Obrigatórios
Características do local
Selecione uma ou várias das opções conforme:
- Natural - Áreas preservadas ou protegidas por lei que não sofreram modificações pela ação humana.
- Próximo ao domicílio - Áreas ao redor dos domicílios, considerando aproximadamente cem metros ao seu redor.
- Rural – áreas distantes de aglomerados urbanos, geralmente com produção agropecuária e baixa densidade populacional
- Urbano - Áreas de intensa edificação e modificação do ambiente e alta densidade populacional e oferta de serviços.
Importância do preenchimento:
- De acordo com gravidade que o registro pode trazer, alertas automatizados são gerados, e no caso de macacos suspeitos de febre amarela, por exemplo, equipes são enviadas a campo, para a realização de exames laboratoriais, o que demanda agilidade, para se conseguir realizar os devidos estudos dos vírus encontrados;
- Caso o registro seja feito com macacos em situação anormal, e conste a presença próximo a domicílios ou áreas urbanas, a gravidade da notificação é maior, gerando uma necessidade de ação mais rápida e eficiente, gerando pela informação captada pelo registro. Tal informação precisa, pode ajudar a otimizar recursos públicos, direcionando esforços para ações onde há um maior grau de ameaça à vida humana.
Impactos observados
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
- Nenhum
- Assentamentos
- Alteração de rios/lagos/lagoas
- Avanço agropecuário
- Desastres naturais: Deslizamentos/Enchentes
- Desmatamento
- Exploração de Petróleo e Gás
- Grandes obras: Estradas/Hidrelétricas/Indústrias/Portos
- Impactos acidentais: Derramamentos de substâncias tóxicas
- Pressão imobiliária: Condomínio/Casas/Bairros
- Queimadas/Incêndios
- Turismo ecológico
- Urbanização recente
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Não obrigatórios
Como ocorre nas informações para o animal, o preenchimento das características do local é obrigatório apenas até este ponto, os demais campos aqui descritos são de grande relevância, mas opcionais, informações complementares que podem enriquecer as análises, como proximidade do registro junto a corpos hídricos
Informações geográficas precisas, são fundamentais para que equipes operacionais e de pesquisa, possam otimizar as buscas em campo e os modelos de projeção sobre a aproximação de doenças baseados em especificidades socio-geográficas, fazendo as correlações necessárias, para se entender mais sobre o contexto, e a ecologia das relações de parasitos, e como estes podem ameaçar a saúde humana.
Dados sobre a presença de assentamentos humanos, alteração de corpos hídricos, avanço agropecuário e da especulação imobiliária, abertura de estradas, desmatamento, queimadas, são variáveis sociais, que ajudam a entender a correlação entre biodiversidade, equilíbrio ambiental e propagação de zoonoses.
Situação fundiária da área
O usuário pode selecionar uma ou mais opções entre:
- Não identificada
- Assentamentos
- Comunidade rural
- Propriedade particular
- Terra do governo
- Terra indígena
- Terra quilombola
- Unidade de conservação: Parque/Reserva
- Vizinho de Unidade de Conservação: Parque/Reserva
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Informações título, posse e uso da terra;
- Organização e tempo de ocupação e uso do solo;
- Colabora na definição de padrões de ocorrência de anormalidades ou normalidades em áreas privadas, ou públicas, assim como na definição de competências e responsabilidades, diante da necessidade de ação prévia, emergencial ou a curto, médio ou longo prazo;
- Pode refletir situações conflituosas entre as diversas entidades coexistentes em um espaço geográfico bem como as práticas realizadas quanto o manejo dos recursos existentes.
Corpos de água
O usuário seleciona entre opções como:
- Nenhum
- Açude
- Área alagada/Brejo/Banhado
- Corixo/Igarapé/Riacho
- Estuário
- Lagoa
- Lago
- Laguna
- Mangue
- Mar
- Represa
- Rio
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Em casos de emergência de zoonoses, como nos casos de raiva, costuma-se observar um padrão de animais com sintomas de sede e positivados para raiva, em serem registrados, vivos, mortos ou agonizando, próximos a rios ou corpos de água;
- A água é fator atrativo para os animais e centro de atividade nas regiões e abrigam espécies hospedeiras de parasitos como, mosquitos e moluscos, bem como vetores de diversas doenças;
- As transformações dos corpos alteram sua dinâmica e pode favorecer surtos de doenças (a associação da malária com represas, por exemplo).
Agricultura
Refere-se sobre a atividade agrícola na região da observação, sendo possível selecionar uma ou mais opções dentre:
- Nenhuma
- Não identificada
- Biocombustível ou oleaginosa ou cana-de-açúcar ou soja
- Extrativismo florestal
- Fruticultura
- Grãos
- Irrigada
- Plantio integrado
- Subsistência ou roça
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões de uso e do solo, e possível presença ou ausência de fauna, devido a estabelecimento de certos modelos de agricultura.
Pecuária
Refere-se a presença de atividade agropecuária na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
- Nenhuma
- Não identificada
- Aquicultura
- Bovino
- Bubalino (búfalos)
- Caprino
- Granja e aviário
- Ovino
- Subsistência
- Equino
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Correlações entre padrões da ocorrência de pecuária, e possível presença ou ausência de fauna, como por exemplo, mortandade de aves próximo a pecuária de equinos pode ser um indício de Febre do Oeste do Nilo.
Obras/Empreendimentos
Refere-se a presença de alguma obra ou empreendimento na região, sendo possível selecionar pelo menos ou mais das seguintes opções:
- Nenhum
- Não identificado
- Estrada
- Expansão industrial
- Exploração de Petróleo e Gás
- Empreendimentos imobiliários: Condomínios/Sítios/Casas populares
- Ferrovia
- Garimpo
- Grandes canais de irrigação
- Hidrelétrica
- Linhas de transmissão
- Mineração
- Portos e aeroportos
- Ou incluir novas situações por meio da opção “Outras”
Importância do preenchimento:
- Entender o contexto social geográfico local e as possíveis correlações que podem ser estabelecidas entre o modelo produtivo local e os casos de avistamento de fauna que podem indicar a transmissão ativa de doenças silvestres a saúde humana, como casos de aberturas de estradas, que levam a uma maior dispersão de vírus como o da Febre Amarela.
Detalhamento do local
Informações complementares e que o colaborador entende como importantes para se estabelecer uma relação mais ampla entre o contexto local geográfico e o contexto epidemiológico. No registro abaixo, um exemplo de um registro de observação de aves, e o detalhamento da proximidade do mesmo, com um fragmento florestal.
Importância do preenchimento
- Permite a construção de modelos espaciais de ocorrência de espécies com maior precisão geográfica e precisão científica sobre determinada doença;
- Fundamental para direcionar ações de vigilância epidemiológica e ambiental;
- Correlacionar as características da paisagem com a ocorrência de doenças e os fatores que as favorecem;
- Essencial para compreender o possível ou provável evento epidemiológico ou eventos externos;
- A precisão da data e da hora é importante, pois o sistema cria modelos de previsão, baseados na relação tempo-espacial dos registros;
Seleção de fotos
Selecione uma ou mais fotos do animal que podem ser capturadas no momento do registro com a câmera do celular ou selecionadas da galeria do aparelho. Os registros sem fotos também são aceitos, mas tenha em mente que as fotos auxiliam na identificação taxonômica dos animais e, consequentemente, proporcionam mais qualidade ao registro. Após inserir a(s) foto(s) clique em avançar.
Importante incluir ao lado do animal alguma escala de referência de tamanho, como uma caneta ou moeda para auxiliar na identificação do mesmo. Quanto mais fotos enviadas, mais completa a informação e mais precisa e confiável a identificação do animal. As fotos devem enquadradar diferentes partes do animal e se possível, diferentes posições. No caso de animais mortos e doentes com algum ferimento e/ou anormalidades físicas, é importante retratar nas fotos para facilitar o diagnóstico.
Além disso, em casos de epizootias que já possuam a ficha do SINAN, é possível incluir uma foto da ficha junto as demais fotos do animal. Obs: é importante lembrar que em caso de registros sem foto, o colaborador pode descrever as características do animal em um espaço para detalhes adicionais (descrito à frente), mas sob nenhuma hipotese o colaborador deve utilizar fotos da internet sem a autorização do autor. Lembrando que a utilização de imagens da web sem autorização configura crime, infringindo a LEI Nº 9.610 de 19/02/1998.
Pronto! Após de preenchidos todos os campos é só clicar em "Salvar" e seu registro será enviado.
Qualidade do registro
Imagens do registro
Fotografar animais em vida livre não é uma tarefa fácil. Não se preocupe se a nitidez de sua foto ficar comprometida pela distância do animal ou por este estar em movimento. O SISS-Geo aceita registros mesmo sem foto. No entanto, quanto melhor a qualidade da imagem, maior a chance de identificação taxonômica e, consequentemente, de que o alerta para a vigilância, associado ao tipo de registro, seja feito da maneira adequada e com rapidez. Quando o animal está parado, o ideal é aproveitar a oportunidade para fornecer o máximo de imagens possível para maior riqueza de detalhes.
Melhores posições para fotografia
Tente fotografar o animal de corpo inteiro, mas também faça fotos de partes do corpo como a cabeça, mostrando orelhas e focinho, de frente e de perfil, rabo, patas, e demais características que julgar importantes para a identificação do táxon do animal.
Use uma escala!
Posicione uma régua ao lado do animal para que, quem receber o registro, consiga identificar o tamanho aproximado do mesmo, facilitando a identificação. Na falta de uma régua ou outra escala métrica, utilize um objeto de tamanho padrão, como uma caneta ou a sua mão posicionada ao lado do animal. Uma noção de escala mais próxima da realidade, ajuda muito os especialistas da plataforma a identificar com mais precisão os animais, e possíveis anormalidades.
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Manual de exportação de registros
Você pode estar exportando seus registros para uma planilha de trabalho, que será gerada no formato CSV. Você pode abrir a planilha de dados também no Excel ou LibreOffice.
Acessando a exportação
Para começar a exportar registros, é necessário primeiro acessar a página de exportação através da seção de Registros e clicar na opção de exportação. Se você tiver permissão para consultar, poderá acessar a aba de consulta e localizar a função de exportação.
Ao acessar a página de exportação, você encontrará a seção de filtros, dividida em várias categorias. Você poderá utilizar diversos filtros simultaneamente, apresentados a seguir. Se um colaborador não tiver permissão de consulta, terá acesso somente às categorias de Registro, Animal e Colaborador (no seu caso) e a opção de Inversão de Filtros. Por outro lado, aqueles com permissões extras, como consulta do SUS e especialistas, poderão visualizar todos os filtros disponíveis e acessar informações adicionais, como desfechos e notificações.
Salvar os filtros
Inicialmente, você encontrará a seção "Personalização de Filtros", projetada para armazenar os filtros que você deseja reutilizar, ou mesmo esquemas de filtros padronizados pela equipe SISS-Geo.
Se desejar salvar um novo filtro, o primeiro passo é conduzir uma busca utilizando todos os filtros desejados. Ao concluir a busca, clique no ícone da engrenagem, onde serão exibidas as informações conforme ilustrado na imagem abaixo. Neste ponto, é necessário atribuir um título ao esquema de filtro que deseja salvar e, em seguida, clicar em "Criar Nova Seleção de Filtros". Esse mesmo processo pode ser empregado para modificar um filtro já existente, clicando em "Alterar esta Seleção de Filtros", ou para excluir um filtro, basta clicar em "Excluir esta Seleção de Filtros".
Dessa forma, sempre que desejar utilizar esse filtro, basta localizá-lo na seção correspondente e selecioná-lo.
ID do registro
Você pode começar utilizando o filtro do ID do registro. Ao consultar o registro pelo aplicativo ou ao acessar os registros na web, é possível buscar individualmente um registro específico usando o seu ID.
Estado/Município
Em seguida, você pode filtrar um estado e município específicos. Alternativamente, se preferir, é viável filtrar apenas pelo estado.
Período da observação
Além disso, é viável filtrar os registros com base na data em que o animal foi observado, permitindo especificar um período, seja por dia, mês ou ano.
Período da inclusão:
Também é viável filtrar os registros com base na data de criação no SISS-Geo, possibilitando especificar um período, seja por dia, mês ou ano.
Status dos registros
Também é possível filtrar pelo estado em que o registro se encontra, podendo optar por todos os estados disponíveis ou selecionar apenas os desejados. As opções incluem:
- Pendente: registro ainda não verificado
- Verificando com especialistas: registro aguardando avaliação de um especialista
- Auditado: registro avaliado pela equipe de auditoria interna do SISS-Geo
- Inconsistente: registro falso, errôneo ou com ausência de informações
- Irrelevante: registro verificado, mas fora do contexto do SSIS-Geo
- Válido: registro verificado por especialista e aprovado pela equipe SISS-Geo
Motivo da irrelevância
Se você selecionar em status do registro irrelevante e quiser filtrar registros auditados e marcados como irrelevantes, você pode escolher o motivo pelo qual foram considerados dessa forma.
Tipo de inconsistência
Se desejar filtrar os registros considerados inconsistentes, depois de selecionar o status dos registros como irrelevantes, basta escolher o tipo de inconsistência aqui.
Tipo de animal
Na seção de animal, é possível filtrar informações relacionadas ao animal registrado.
Ao começar pelo tipo de animal, você pode pesquisar pelo nome, ordenado de forma alfabética. É possível selecionar mais de um tipo de animal simultaneamente. Por padrão, o filtro considera todos os tipos.
Também é possível selecionar o estado do animal ou seu vestígio.
Quando filtrar um animal vivo, poderá usar o filtro de comportamento do animal, permitindo selecionar o estado dele como normal, doente, estranho ou agressivo.
Causa da morte
É possível filtrar também pela causa da morte do animal.
Inversão de filtros
Por fim, você pode estar utilizando a inversão de filtros, que é uma funcionalidade que permite exibir o oposto do que foi selecionado ou filtrado originalmente. Por exemplo, se você selecionou um filtro para mostrar apenas registros do tipo A, ao inverter esse filtro, a visualização exibirá todos os registros que não são do tipo A. Essa função mostra os resultados contrários aos inicialmente escolhidos, oferecendo uma perspectiva diferente dos dados filtrados.
Colaborador, desfecho e notificação
Para utilizar os filtros adicionais, é necessário possuir permissões como consulta ou permissão SUS.
Inclusão de campos para exportação
Esses são os campos selecionados para exportação, com 6 campos padrão incluídos, mas com a opção de adicionar ou remover mais campos. Os campos listados à esquerda não estão inclusos e não aparecerão na tabela. À direita, estão os campos que serão exibidos.
A ordem em que são selecionados determina a disposição na tabela de exportação. Você pode ajustar a prioridade/ordem usando os botões laterais. As funções são simples: ao selecionar um campo específico e clicar na seta direcional simples, ele mudará uma posição na ordem. Ao clicar na seta dupla, ele será movido para o início da lista.
O mesmo princípio se aplica às setas centrais: a seta simples adicionará um campo individualmente, enquanto a seta dupla adicionará todos os campos. Isso também se aplica para remover campos. Ao concluir a seleção, basta clicar em 'Buscar' para realizar a busca com base nos parâmetros fornecidos.
Tabela com os filtros e campos selecionados
Ao clicar em 'Buscar', a tabela será exibida com os filtros e campos selecionados. Você pode aumentar a quantidade de registros mostrados em uma única página clicando na marcação da imagem. O limite é de 50 resultados por página. Para obter a tabela de exportação em formato CSV, clique em 'Exportar CSV' para fazer o download do arquivo.
Perguntas, comentários e sugestões sobre o sistema, entre em contato conosco pelos nossos canais oficiais!
Caso tenha perdido ou esquecidos seus dados do SISS-Geo, este é um guia de como recuperar seu acesso de diferentes formas!
Recuperando acesso no SISS-Geo WEB
Passo 1: Ao acessar o site do SISS-Geo, você pode estar recuperando acesso clicando em "Recuperar acesso"
Passo 2: Ao acessar a aba de Recuperar acesso, você poderá escolher a forma como quer recuperar o acesso. Você pode estar escolhendo entre: (Esqueci minha senha ou Esqueci meu login). Caso a opção escolhida seja "Esqueci minha senha", você deverá inserir o Login que usava para acessar sua conta no campo abaixo.
Passo 3: Depois de inserido o "Login" no campo, você deverá clicar em "Enviar e-mail", para estar recebendo o código de acesso por "e-mail"
Passo 4: Pronto! Um e-mail foi enviado para você. Agora basta verificar a sua caixa de e-mails
Passo 5: O e-mail que você vai receber deve ser parecer com este. Agora basta clicar no link em azul.
Passo 6: Agora basta inserir a senha nova e depois clicar em "Alterar senha", e pronto sua senha será alterada com sucesso!
Caso não se lembre do seu Login
Existe também uma forma para você recuperar seu acesso caso tenha esquecido seu login.
Passo 1: Você deverá ir para a aba "Esqueci meu login". E você terá duas formas de encontrar o seu login, atravéz do seu CPF ou do seu E-MAIL
Passo 2: Caso você escolha recuperar seu "Login" por meio do seu "e-mail" cadastrado, você receberá em seu e-mail o login cadastrado. O mesmo acontece caso escolha a opção "CPF"
Passo 3: Caso ainda tenha ficado com dúvidas você pode estar entrando em contato diretamente com o suporte pelo Fale Conosco, ou e-mail sissgeo@fiocruz.br para esclarecer quaisquer dúvidas.
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Existem varias formas de entrar em contato com a equipe via Fale conosco, vamos apresentar algumas maneiras!
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Passo 1: Ao acessar o site do SISS-Geo, você pode estar clicando em "Fale conosco" no canto superior direito
Passo 2: Ao acessar a aba de Fale conosco, você poderá estar criando uma contribuição ou visualizando se alguma contribuição sua foi respondida.
Passo 3: Para estar criando uma contribuição, primeiro você deve escolher a natureza da contribuição dentre as opções a seguir:
Passo 4: Após ter escolhido assunto que deseja falar, agora basta descrever o problema, dúvida ou sugestão no campo abaixo. E estar clicando em salvar depois de pronto.
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Passo 4: Próximo passo é estar clicando em avançar para finalizar.
Passo 5: Agora você pode revisar as informações inseridas, e se estiver tudo correto basta clicar em enviar!
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Outros canais de comunicação conosco
Caso ainda tenha ficado com dúvidas você pode estar entrando em contato diretamente com o suporte, pelo e-mail sissgeo@fiocruz.br para esclarecer quaisquer dúvidas.
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Exclusão de conta no SISS-Geo
Se você possui uma conta, é possível exclui-la do SISS-Geo a qualquer momento. Esta ação resultará na exclusão permanente da sua conta, porém, os dados de registros e colaborações serão preservados, já que o aplicativo é colaborativo por natureza. As contribuições feitas continuarão acessíveis, mas serão exibidas como "Anônimo". Como resultado, não será possível identificar quem criou os registros ou fez as colaborações, pois os dados pessoais do usuário terão sido removidos.
Por motivos de segurança, não podemos excluir uma conta por você. Você precisa entrar na sua conta para excluí-la. Caso não lembre sua senha ou nome de usuário, veja algumas dicas para fazer login no SISS-Geo.
Como excluir sua conta SISS-Geo
Passo 1: Clique no botão abaixo para estar iniciando o processo de exclusão, ao acessar o site certifique de estar logado com a sua conta
Passo 2: Após isso você deverá clicar no botão Excluir conta e após a confirmação seus dados serão removidos do sistema.
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Ended: Manual do Usuário
Área da Saúde ↵
O módulo de desfecho
O módulo de desfecho é uma funcionalidade do SISS-Geo Web específica para usuários SISS-Geo SUS (profissionais da área da saúde a nível municipal, estadual, regional ou federal). Ele foi desenvolvido para possibilitar a inserção de um parecer sobre as epizootias notificadas, sejam elas por resultados de diagnósticos laboratoriais ou por análises epidemiológicas, concluindo assim o fluxo de um registro no sistema.
O cadastro de desfecho do SISS-Geo possui campos para informar o número SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) para garantir a padronização e centralização das notificações de epizootias. Isso contribui para a coleta eficiente e precisa de dados sobre surtos de doenças em animais, possibilitando uma análise abrangente da situação epidemiológica. Além disso, a funcionalidade "Módulo de Desfecho" também possui campo para informar o número GAL (Gerenciamento de Ambiente Laboratorial). O "Módulo de Desfecho" desempenha um papel central na consolidação das informações de registros e diagnósticos no sistema. É uma ferramenta crucial para agregar e organizar os dados provenientes de várias fontes, incluindo resultados de diagnósticos laboratoriais e análises epidemiológicas. No entanto, é importante observar que o "Módulo de Desfecho" não substitui as notificações obrigatórias feitas ao Ministério da Saúde.
Uma das principais ferramentas do módulo de desfecho é a similaridade entre registros, calculada com base em três fatores principais: a distância espacial entre os registros, a distância temporal entre os registros e o tipo dos animais registrados, incluindo as informações preenchidas pelos usuários nos campos específicos de tipo de animal e nomes científico e popular. Desta maneira, quanto mais parecidos os animais de dois registros distintos e quanto mais próximos o local e a data desses registros, maior será o nível de similaridade. Esta ferramenta pode agilizar principalmente a detecção de registros duplicados e a identificação de vínculos epidemiológicos entre registros.
A versão web está disponível no site da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz, da qual o SISS-Geo faz parte. Link para o site Biodiversidade Fiocruz
Acessando o módulo de desfecho
Passo 1: O módulo de desfecho pode ser acessado por usuários institucionais que possuem permissão SUS. Se você tem este perfil, basta ir até o menu “Usuário SUS” e selecionar a opção “Desfecho de registros”.
Passo 2: A tela inicial exibe todos os registros. Na parte superior da página é possível filtrar a visualização selecionando os campos desejados e clicando em Buscar...
Passo 3: A lista de registros é apresentada a seguir. A primeira coluna da tabela é a Id Registro, que identifica unicamente os registros de origem do desfecho através do Id.
Passo 4: A segunda coluna refere-se ao status do desfecho e pode apresentar os seguintes critérios:
- Não iniciado: Indica que não há desfechos ou diagnósticos registrados para o caso.
- Incompleto: Há pelo menos um desfecho ou diagnóstico registrado, mas ainda existem doenças (da notificação) sem desfecho ou diagnóstico.
- Completo: Todos os desfechos ou diagnósticos foram registrados, e não há doenças pendentes de desfecho ou diagnóstico.
Passo 5: Na terceira coluna Diagnósticos existentes, indica se existe ou não diagnósticos para aquele registro. Registros com diagnósticos são representados com a quantidade relativa aos diagnósticos. Se existirem dois diagnósticos por exemplo, será representado na tabela pelo número 2.
Passo 6: Na quarta coluna são Desfechos existentes, indica se existe ou não desfechos para aquele registro. Registros com desfechos são representados com a quantidade relativa aos desfechos, assim como diagnósticos.
Passo 7: A coluna Similaridade de registros mostra se existem registros similares ao registro de origem, e é possível ver mais informações ao clicar em Visualizar, como descrito logo abaixo.
Passo 8: Por fim, em Opções, é possível adicionar, editar e remover diagnósticos e desfechos existentes. Ambas as opções abrem uma nova aba no navegador que será detalhada posteriormente.
Passo 9: Clicar em Visualizar em similaridade de registros exibe a tabela contendo os registros considerados similares ao registro sendo investigado, bem como o valor de similaridade que relaciona os dois registros.
Passo 10: Clicar em Visualizar no Grafo exibe o grafo de similaridade associado a um registro. O ponto central na figura representa o registro em análise, enquanto os demais pontos correspondem aos registros similares. As linhas que conectam os registros indicam o grau de similaridade entre eles.
Você pode visualizar detalhes de um registro similar passando o mouse sobre sua bolinha. Além disso, ao clicar na bolinha, são exibidas duas opções:
Detalhar Registro: Permite acessar informações detalhadas sobre o registro selecionado. Procurar Similares: Verifica se existem registros similares ao registro em questão e os adiciona ao grafo.
Passo 11: O botão Visualizar no Mapa no mapa abre um pop-up na tela que exibe um mapa com o registro de origem e seus registros similares. O registro investigado aparece destacado em uma cor diferente no mapa.
Passo 12: Ao clicar em um registro, um balão com as informações sobre ele se abre sobre o mapa. É possível visualizar data e hora, o nível de similaridade com o registro investigado e local da observação.
Passo 13: De volta a tabela, a coluna Opções permite adicionar ou editar diagnósticos e desfechos existentes. Ambas as opções abrem uma nova aba no navegador.
Criação do diagnóstico e desfecho
Passo 14: A página de adição de diagnósticos e desfechos apresenta as principais informações sobre o registro selecionado, basta clicar sobre os menus “Informações dos animais”, “Informações sobre o local” ou “Informações do colaborador” para expandí-los.
Passo 15: Logo após as informações do registro, a tabela de Diagnósticos e desfechos exibe o que já foi cadastrado. O fluxo de cadastro começa adicionando uma nova doença, que aparecerá na tabela, e então incluindo diagnósticos ou desfechos que estarão relacionados à doença adicionada.
Passo 16: Diagnósticos laboratoriais estão relacionados ao tipo de exame realizado e ao resultado desse exame, enquanto desfechos estão relacionados à classificação final da epizootia após investigação e ao critério utilizado para classificar a epizootia.
Passo 17: Logo após as informações do registro, a tabela de Diagnósticos e desfechos exibe o que já foi cadastrado. O fluxo de cadastro começa adicionando uma nova doença, que aparecerá na tabela, e então incluindo diagnósticos ou desfechos que estarão relacionados à doença adicionada.
Passo 18: Diagnósticos laboratoriais estão relacionados ao tipo de exame realizado e ao resultado desse exame, enquanto desfechos estão relacionados à classificação final da epizootia após investigação e ao critério utilizado para classificar a epizootia.
Passo 19: A métrica de similaridade entre registros está novamente presente na caracterização dos desfechos. Selecionando o critério “Vínculo Epidemiológico por similaridade” é possível selecionar um registro já identificado como similar pela ferramenta, bem como indicar qualquer outro registro do SISS-Geo.
Passo 20: Outra funcionalidade importante é a validação hierárquica de desfechos. Usuários institucionais possuem nível hierárquico de acordo com a sua instituição, que pode ser municipal (menor nível hierárquico), regional, estadual, federal ou Ministério da Saúde (maior nível hierárquico). Dessa maneira, usuários de níveis hierárquicos superiores podem validar ou invalidar desfechos criados por usuários de nível inferior. No exemplo, o desfecho criado por uma instituição de nível estadual foi validado por uma instituição de nível federal.
Passo 21: A coluna desfechos exibe sempre os principais desfechos para cada doença, isto é, os desfechos validados e o desfecho de maior nível hierárquico. Caso existam outros desfechos, isso é indicado por uma mensagem, e é possível visualizá-los ao clicar em Mais detalhes.
Passo 22: O botão Mais detalhes abre um balão contendo todos os desfechos para aquela doença, e as opções para cada desfecho cadastrado são exibidas de acordo com o nível hierárquico do autor do desfecho e do usuário logado.
No exemplo, são exibidos dois desfechos criados por um usuário institucional de nível estadual cujas validações foram realizadas por um usuário de nível federal, um deles foi considerado válido (linha verde) e o outro inválido (linha vermelha). Há ainda um terceiro desfecho, criado pelo próprio usuário federal, que pode editar ou excluir o mesmo.
Passo 23: Após a validação ter sido feita, o usuário autor do desfecho não pode mais alterá-lo. Isso é indicado nas opções. Usuários institucionais também não podem alterar desfechos criados por instituições de nível hierárquico superior ao deles.
Conclusão
O cadastro e a validação dos desfechos concluem o caminho do registro no SISS-Geo, que começa no rumor com a chegada do registro no sistema e termina com o diagnóstico laboratorial e classificação epidemiológica. A ferramenta de similaridade entre registros auxilia nesse processo, indicando possíveis similares desde o alerta que chega por e-mail até a classificação de vínculo epidemiológico.
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Notificações no SISS-Geo: Guia Passo a Passo
Acessando a notificação
Passo 1: Assim como o módulo de desfecho, a notificação pode ser acessada por usuários institucionais que possuem permissão SUS. Se você tem este perfil, basta ir até o menu “Usuário SUS” e selecionar a opção “Notificações” e depois em “Criar Notificação”.
Passo 2: Ao acessar a opção "Criar Notificação", você terá duas escolhas disponíveis. Se o animal já estiver registrado no SISS-Geo, você pode selecionar "SIM" para localizá-lo através do ID e iniciar a notificação.
Passo 3: Caso estiver iniciando um registro novo junto com a notificação, escolha "NÃO" para começar o cadastro e, em seguida, prosseguir com a notificação.
Passo 4: Vamos fazer o passo a passo com um registro já existente.
Criando uma notificação
Passo 5: Esta é a etapa inicial da Notificação, na qual você começará preenchendo os "Dados Gerais". Aqui, é obrigatório fornecer as seguintes informações: o "Nome do Investigador", a "Função do Investigador", a "Unidade de Saúde" à qual ele está vinculado e o correspondente "Código da Unidade de Saúde".
Passo 6: Em seguida, você precisará indicar se a data de início da epizootia coincide com a data de registro no SISS-Geo. Se ambas as datas forem iguais, basta selecionar a opção "SIM". Se as datas forem diferentes, selecione "NÃO" e insira a data correspondente.
Passo 7: Em seguida, é importante indicar se o local da ocorrência é o mesmo registrado para o animal no SISS-Geo. Se for o mesmo local, selecione "SIM". Caso contrário, escolha "NÃO" e forneça as informações necessárias.
Passo 8: Em sequencia, informe se a notificação tem a mesma data e hora do Registro SISS-Geo, .
Passo 9: Em seguida, você deve fornecer informações sobre as características do local da ocorrência. Se essas informações já foram inseridas durante o cadastro do registro, elas serão preenchidas automaticamente, mas você também poderá fazer alterações, se necessário.
Passo 10: Ao avançar para a aba "Animal", você deve inicialmente informar se há relatos de outros animais mortos ou doentes.
Passo 11: Caso haja relatos deve ser informados se estavam no mesmo lugar e caso não tenha o feito, deverá criar um novo registro com os animais.
Passo 12: Mais adiante, você terá a flexibilidade de editar ou ajustar as informações relacionadas ao animal registrado, caso seja necessário. Importante ressaltar que todos os dados do registro são armazenados em um histórico no banco de dados, garantindo assim que você possa acessá-los para referência futura, sempre que necessário. Isso proporciona um controle eficaz e uma trilha de auditoria completa das informações registradas.
Passo 13: Na próxima etapa, aba "Fonte da Informação", deverá fornecer os dados caso haja uma pessoa ou organização que sirva como fonte de informações sobre o animal registrado.
Passo 14: Prosseguindo, você será redirecionado para a aba "Suspeita Diagnóstica". Neste local, você deverá inserir as Suspeitas Diagnósticas detectadas, com um limite de até três. Caso a doença detectada não esteja na lista disponível, há a opção "Outra" que permite que você insira o nome dela manualmente.
Passo 15: Se alguma das Suspeitas Diagnósticas tiver uma prioridade maior, você pode organizá-las utilizando as setas disponíveis. Basta selecionar a doença e utilizar as setas para ajustar a prioridade conforme necessário.
Passo 16: Ao avançar para a aba "Sistemas de Notificação", você poderá inserir um sistema de notificação clicando em "Adicionar Sistema de Notificação".
Passo 17: Em seguida, é obrigatório informar se se trata do "SINAN" ou de outro sistema. Se selecionar "Outro", um campo adicional será aberto para que você informe qual é o outro sistema. Depois, é necessário fornecer o respectivo número ou identificador do registro.
Passo 18: Após clicar em "Salvar", os "Sistemas de Notificação" cadastrados serão exibidos em forma de lista, e você terá a opção de editá-los ou excluí-los conforme necessário.
Passo 19: Ao avançar, você chegará à parte de "Coleta de Amostras", onde terá três opções para escolher:
- "Sim", se houver coleta de amostras que deseja cadastrar.
- "Não", se não houver coleta de amostras.
- "Enviado animal para coleta de amostras", caso o animal tenha sido enviado para coleta de amostras, mas a coleta ainda não tenha sido realizada.
Passo 20: No caso de haver uma coleta, você poderá adicionar o material biológico coletado clicando no botão azul "Adicionar Material Biológico".
Passo 21: Abrirá uma janela pop-up na qual você poderá preencher os dados coletados. Todos os campos são obrigatórios. Começando com a pergunta: "A data da coleta é a mesma da notificação?" Isso busca saber se a data é a mesma, e caso não seja, você pode inseri-la manualmente. Em seguida, terá o campo "Material coletado", onde você pode adicionar informações sobre o que foi coletado para amostra. Depois, o campo "Cadastro do registro no sistema laboratorial" busca saber se já há um cadastro relacionado à coleta, e por fim, o campo "Número/Identificador do registro no sistema laboratorial" deve ser preenchido.
Passo 22: No caso de ter sido enviado um animal para coleta de amostras, você deverá preencher a Instituição/Laboratório de destino, a Data do Envio obrigatoriamente, e o nome do Responsável pelo envio.
Passo 23: Na seção de Informações Adicionais, você pode adicionar qualquer informação adicional relevante sobre o animal ou a notificação.
Passo 24: E por último na seção de Fotos, você pode adicionar novas imagens à notificação, mas não será possível remover aquelas já associadas ao registro. As fotos adicionadas serão exibidas na ficha impressa. Ao finalizar clique em salvar e a notificação será finalizada.
Passo 25: Ao concluir a notificação, você terá três opções disponíveis:
- Editar: Caso seja necessário fazer alguma alteração na notificação.
- Imprimir: Rascunho: Para revisar a ficha antes de finalizar e imprimir uma cópia de rascunho, se desejar.
- Finalizar: Ao selecionar essa opção, a notificação será concluída e ficará disponível apenas para consulta, não sendo possível realizar mais alterações.
- Apagar: Esta opção permite excluir os dados da notificação, caso necessário.
É fundamental ter em mente que, ao criar um rascunho, antes da impressão, um selo d'água será aplicado para identificá-lo como tal. Essa marca d'água permanecerá visível até que você finalize o processo de notificação. Essa medida visa evitar impressões prematuras que poderiam resultar em informações inconsistentes caso haja posteriormente alguma alteração na notificação. Portanto, apenas ao finalizar a notificação, a marca d'água será removida, assegurando a integridade dos documentos impressos.
Passo 26: Após a notificação ter sido feita e finalizada, o usuário autor não poderá mais alterá-la. No entanto, ele terá a opção de consultar a notificação. Isso pode ser feito acessando a seção do "Usuário SUS" na parte superior e indo até a seção "Lista de Notificações". Lá, por meio da função de busca (representada pela lupa), o usuário poderá visualizar a notificação e imprimi-la sempre que desejar. Isso oferece um registro acessível e prático das notificações realizadas.
Conclusão
A notificação é um processo essencial no contexto da saúde pública, permitindo o registro e acompanhamento de eventos relacionados a doenças e agravos que requerem atenção especial. Neste guia passo a passo, exploramos detalhadamente como criar uma notificação, desde o preenchimento dos dados do investigador e informações iniciais até a inclusão de detalhes sobre o animal, suspeitas diagnósticas, sistemas de notificação e coleta de amostras.
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Auditoria no SISS-Geo: Guia Passo a Passo
Conhecendo a auditoria de registros
Entre as particularidades que o SISS-Geo – Sistema de Informação em Saúde Silvestre – apresenta, ocupam lugar de destaque os trabalhos de auditoria e validação taxonômica. A Taxonomia é a disciplina da Biologia que define e nomeia os organismos vivos com base em características comuns, e a Sistemática ajuda na classificação organizando-os pelas suas relações evolutivas (parentesco). Essa identificação é da maior importância, pois cada espécie é única, traz a história da sua origem e distribuição na Terra, além das relações com as demais nos ecossistemas. Para a saúde, é fundamental que possamos conhecer quais espécies são suscetíveis a determinados agentes infecciosos e podem se tornar patógenos, hospedeiros e vetores.
A auditoria e validação taxonômica dos registros no SISS-Geo são partes dos critérios de qualidade da Plataforma. No entanto, deve-se indicar claramente as limitações inerentes ao processo de validação taxonômica de projetos de ciência cidadã que depende, entre outros, da qualidade da fotografia, proximidade e ângulo de captura da imagem do animal, das características morfológicas específicas do taxon, de descrições acuradas na literatura científica. Assim, e dependente dos fatores limitantes, busca-se a identificação ao menor nível taxonômico possível, com auxílio de pesquisadores voluntários com experiência taxonômica nos diversos grupos zoológicos.
O processo de verificação dos registros do SISS-Geo inclui duas etapas distintas: a auditoria realizada pela equipe da Pibss e a validação taxonômica. Todo o processo encontra-se automatizado no SISS-Geo, habilitado aos auditores da Pibss e a especialistas ad hoc voluntários e registrados no sistema.
No Sistema cada registro pode ser verificado quanto ao status/andamento do processo de auditoria e validação taxonômica: pendente, verificando com especialistas, auditado, inconsistente, irrelevante e válido.
Mas como funciona?
A equipe de especialistas da Pibss avalia cada registro, priorizando os grupos de interesse imediato para a saúde, o que pode causar alguma demora para animais de outros grupos.
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Baseado na fotografia e nas informações elencadas, o auditor identifica se o registro é inconsistente ou consistente, ou seja, se o registro traz a foto e informações adequadas de um animal é consistente. Se o registro, erroneamente, traz a imagem de objeto ou outro motivo de não interesse, será considerado inconsistente.
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Para validação dos registros sem fotografia, considera-se a expertise científica do colaborador, a área de distribuição da espécie e outras informações incluídas.
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Os registros consistentes são, então, divididos entre irrelevantes e relevantes.
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Consideramos irrelevantes animais invertebrados e animais domésticos em cativeiro. Mas, embora esses registros não sejam de nosso interesse imediato, todos são mantidos em banco de dados e estão à disposição para pesquisadores e interessados, a partir de solicitação de acesso ao sistema.
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Registros relevantes são aqueles que trazem animais silvestres e animais exóticos em vida livre, incluindo aqui animais domésticos de interesse para a vigilância de zoonoses, como os equídeos que são relevantes para o monitoramento da Febre do Oeste do Nilo.
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Os registros relevantes são identificados ao menor nível taxonômico possível. Caso haja dificuldade na identificação do animal, recorre-se a pesquisadores que são especialistas naquele grupo de animais. Neste caso, até que tenhamos a confirmação da espécie, gênero ou família, o status do registro será verificando com especialista.
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Quando o processo de validação taxonômica é finalizado, o registro ganha o status de validado e uma comunicação por e-mail é enviada ao colaborador, informando o nome científico do animal, ou sua classificação mais próxima.
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Muitas vezes não é possível avançar para a validação taxonômica pela qualidade da fotografia ou divergência de informações. Neste caso, o registro permanecerá como auditado.
O objetivo deste processo é qualificar os registros para diversos usos e devolver ao colaborador a informação sobre a espécie registrada, parte da integração desejada na aplicação do conceito do cidadão cientista, que amplia o conhecimento daquilo que ele observa e é reconhecido pela sua colaboração.
O processo de auditoria
Passo 1: Para acessar a auditoria, é necessário primeiro possuir um cadastro de especialista. Ao fazer login com o seu perfil de especialista, você pode acessar a auditoria seguindo os passos: clique em "Registros" e, em seguida, selecione a opção "Auditoria de Registros".
Passo 2: Ao acessar a auditoria, você será direcionado para uma página onde poderá filtrar os registros que deseja auditar conforme necessário. Você terá a opção de aplicar filtros por data, tipo de animal, ID, login, entre outros critérios. Inicialmente, os registros mais recentes relacionados à sua especialidade serão exibidos.
Passo 3: Ao reconhecer o ícone da lupa com um símbolo de imagem ao fundo, você perceberá que o registro inclui fotos que são valiosas para a auditoria. Além disso, você poderá visualizar informações preliminares sobre o registro, como o estado de vida do animal, seu comportamento, o status da validação, a presença e quantidade de especialistas envolvidos na validação deste registro, e as validações realizadas.
Auditando um registro
Passo 4: Para realizar a auditoria de um animal, basta localizá-lo na lista e clicar na opção "Auditar Dados do Animal".
Passo 5: Esta é a etapa inicial da auditoria, na qual é possível obter uma visão abrangente do registro. Você pode visualizar detalhes sobre o animal, informações do local, dados do colaborador e informações específicas do registro. Basta clicar na seta para expandir cada uma dessas seções, permitindo a coleta de informações relevantes para certificar a sua consistência.
Passo 6: Na seção "Informações do Animal", você terá acesso às fotos do animal, juntamente com os detalhes relacionados a ele. Caso haja imagens fortes ou inconsistentes, você pode clicar no ícone destacado na imagem para modificar a visibilidade da foto.
Passo 7: Caso haja necessidade de alterar a visibilidade, você poderá classificar a imagem entre as opções: Exibir, exibir com restrição, bloquear, e bloquear por completo.
- Exibir: padrão - fotos visíveis para todos.
- Exibir com restrição: foto exibida para todos mediante aviso de conteúdo sensível.
- Bloquear: foto apenas exibida para administradores, auditores, perfis habilitados para consulta e o próprio colaborador.
- Bloquear por completo: foto apenas exibida para administradores e auditores.
Passo 8: Quando selecionar a classificação, é necessário fornecer a razão correspondente.
Passo 9: Ainda em informações do animal, você pode adicionar tags aos registros sem a necessidade de concluir a auditoria. Basta selecionar a tag correspondente, e ela será salva imediatamente. Após isso, é viável consultar os registros por tags na seção de filtros e até mesmo exportar as tags em formato CSV.
Passo 10: Na fase seguinte, ocorrerá a confirmação de dados. Com base nas informações apresentadas até o momento no registro, é necessário indicar se os dados são consistentes, ou seja, se estão alinhados com os objetivos práticos do SISS-Geo ou, eventualmente, de outros grupos de pesquisa. Exemplos de registros inconsistentes incluem vandalismo/trotes (por exemplo, registros falsos), dados claramente incompatíveis (por exemplo, uma baleia viva no deserto) e situações correlatas.
Se o registro for consistente, será necessário indicar se os dados são relevantes. Ou seja, se os registros são consistentes e estão dentro do escopo do monitoramento da fauna silvestre, de acordo com os objetivos do SISS-Geo. Registros de animais invertebrados ou domésticos são exemplos de dados irrelevantes.
Passo 11: Caso o registro seja consistente e relevante, é possível classificar o animal corretamente, ajustando o tipo caso a seleção inicial do colaborador esteja incorreta. Além disso, você pode especificar o nível taxonômico, escolhendo entre família, gênero, espécie e subfamília. É possível também fornecer o nome científico e, por fim, incluir observações relevantes.
Passo 12: Caso um registro não seja conclusivo, gere dúvidas ou requeira uma validação especializada, é possível encaminhá-lo a um especialista. Basta procurar na lista o especialista na área, usando como referência sua especialidade, e clicar em 'Adicionar Seleção'. Isso notificará o especialista, que poderá posteriormente validar a auditoria.
Passo 13: Se o registro for considerado inconsistente, é necessário informar o motivo da inconsistência. As opções incluem "treinamento" ou "outro motivo", neste último caso, é necessário fornecer uma descrição do motivo da inconsistência. Além disso, é possível adicionar observações caso necessário.
Passo 14: Da mesma forma, se o registro for considerado irrelevante, é necessário indicar o motivo, escolhendo entre as opções: animal doméstico, invertebrado, indeterminado ou cativeiro.
Passo 15: No final, você terá a oportunidade de incluir uma mensagem adicional para ser inserida no corpo do e-mail enviado ao colaborador. Exemplos dessas mensagens podem incluir observações, explicações ou elogios.
Passo 16: Após concluir a auditoria de todos os itens, finalize o processo clicando no botão 'Auditar'. Essa ação atualizará o status do registro para 'Auditado' e enviará um e-mail ao colaborador com os dados que você inseriu.
Passo 17: Após a conclusão da auditoria, o usuário receberá um e-mail informando sobre o registro auditado. No exemplo abaixo, a mensagem escrita ao final da auditoria será exibida no corpo do e-mail, destacando a finalização do processo de auditoria.
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Gerenciamento de equipe notificadora
Como funciona?
Primeiramente, é necessário que a instituição esteja cadastrada no SISS-Geo, com aprovação e permissão SUS, para que seja possível vincular seus membros.
Passo a passo para estar criando o cadastro da Instituição
Para gerenciar sua equipe de notificadores, o responsável pela instituição precisa vincular os responsáveis a ela, seguindo os passos indicados abaixo. Assim, os colaboradores poderão criar notificações e desfechos, tanto aqueles que criarem quanto os criados pelos demais membros da equipe.
Acessando o gerenciamento
Passo 1: A instituição deve acessar o campo Usuario SUS na barra superior e, em seguida, selecionar Gerenciar Equipe conforme mostrado na imagem abaixo.
Passo 2: Ao acessar o gerenciamento, você será direcionado para uma página onde poderá filtrar os colaboradores que deseja adicionar à equipe. Os filtros disponíveis incluem Nome, Login, CPF e E-mail.
Passo 3: Após localizar o colaborador desejado, clique em Buscar e confirme se os dados correspondem ao colaborador procurado. Se estiverem corretos, clique em "Adicionar" para incluí-lo na equipe.
Passo 4: Após a inclusão, você poderá visualizar e gerenciar a lista, com a opção de remover algum colaborador, caso necessário. Com isso, o colaborador terá acesso ao projeto, podendo assim criar notificações, registros e desfechos vinculados ao projeto da instituição.
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Ended: Área da Saúde
Cadastro ↵
Passo 1: Ao acessar o site do SISS-Geo, você pode estar acessando a página de cadastro de colaborador clicando em “Sou um colaborador”. É feito com a criação do “login” e senha de acesso. Os mesmos dados para acessar o app são utilizados também na Web. O cadastro de colaborador voluntário pode ser feito diretamente no app ou Web.
Informações pessoais dos colaboradores são solicitados e permitem identificar o interesse do usuário, atividade profissional, área de atuação, escolaridade e outras informações que ajudam a melhorar e adequar o sistema aos interesses dos usuários.
É possível se cadastrar anonimamente, mas sempre solicitamos a inclusão de algum contato, telefônico ou e-mail, pois muitas vezes, como no caso de emergência de doenças em animais, o contato é importante para que ações de prevenção e controle sejam executadas o mais rápido possível. Com isso, o SISS-Geo cumpre mais uma de suas funções que é orientar e auxiliar o usuário, sua família e sua comunidade na prevenção e controle de doenças.
A qualquer momento o usuário pode atualizar suas informações para contato. Ao aderir ao SISS-Geo, o colaborador aceita o Termo de Uso. Solicitamos que leiam com atenção e optem em permitir que seu nome seja divulgado em atividades de educação, divulgação e difusão do SISS-Geo, e pesquisas. Qualquer uso desejado pelo usuário de dados de outros colaboradores e não previsto no Termo de Uso, deverá ser consultado diretamente à coordenação do sistema pelo “Fale Conosco”, e-mail biodiversidade@fiocruz.br ou pela aba “Fale com o CISS” no site www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br. Da mesma forma, o uso de qualquer informação dada pelo usuário não prevista no Termo de Uso só será utilizado pelo sistema com a autorização expressa do mesmo.
Passo 2: Primeiramente, crie um usuário e senha. Você tem a opção de fazer login com seu e-mail ou criar um login exclusivo para acessar o SISS-Geo. Após essa etapa, crie uma senha que tenha pelo menos 6 caracteres.
Passo 3: Agora, na seção de "Dados pessoais", você deve inserir suas informações pessoais. Forneça seu nome, ou se desejar pode selecionar a opção de permanecer anônimo, sua data de nascimento, se quiser pode estar escolhendo seu gênero, após indique o seu interesse na observação de animais. Você pode optar por selecionar entre as categorias de Lazer ou Profissional.
Passo 4: Agora, na seção de Dados Profissionais, inicie selecionando o seu nível de escolaridade. Em seguida, insira informações sobre a sua profissão, ocupação e o local onde você trabalha. Finalize indicando a sua Área de Interesse. Lembre-se de que é possível selecionar mais de uma opção, escolhendo as que melhor se adequam ao seu perfil.
Passo 5: Agora, na seção de endereço, é necessário que você preencha os campos com os dados correspondentes. É essencial fornecer as informações completas, incluindo o estado e o município.
Passo 6: Na seção de Contato, você tem a opção de fornecer o seu número de telefone, que será utilizado para entrar em contato, se necessário. Além disso, você também pode adicionar suas redes sociais, como Instagram e Facebook, se desejar.
Passo 7: Para concluir o cadastro, é essencial que você leia atentamente os termos de uso de dados e informações. Após a leitura, marque a opção indicando que você os leu e compreendeu, possibilitando, assim, a finalização do seu cadastro.
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Passo 1: Ao acessar o site do SISS-Geo, você pode estar acessando a página de cadastro institucional clicando em “Sou uma instituição”.
Ao acessar a página de cadastro institucional, você encontrará inicialmente o botão "Requisitos do Sistema". Ao clicar nele, você será redirecionado para esta página, onde poderá explorar um guia detalhado com todos os passos necessários para entender os requisitos do cadastro.
Passo 2: Agora na página de cadastro institucional, você primeiro deverá baixar o termo através do link disponível, clicando em “Termo de Uso de Dados e Informações Institucionais”. Lembrando que deve ser lido com bastante atenção!
Passo 3: O documento deve ser preenchido e assinado pelo responsável da instituição. Digitalize o Termo assinado para incluí-lo adiante no sistema clicando em "Selecione o termo assinado e digitalizado".
Passo 4: Orientações para formular um Login INSTITUCIONAL.
Passo 5: Crie o seu login seguindo as orientações do "Termo de Uso de Dados e Informações Institucionais". Recomendamos o uso de um endereço de e-mail institucional sempre que possível, evitando e-mails pessoais. As notificações e informações importantes serão enviadas automaticamente para os e-mails institucionais registrados. Na seção E-mail/Alertas, você pode inserir os endereços de e-mail da sua equipe, separados por ponto e vírgula (limite de 5 pessoas). Isso garantirá que as notificações e alertas do sistema sejam direcionados para a sua equipe responsável.
Passo 6: Agora, na seção de Dados Institucionais, você terá a opção de autorizar a divulgação das atividades da sua instituição pelo Centro de Informação em Saúde Silvestre/Fiocruz. Para isso, clique em "Sim" se concordar em autorizar, ou "Não" se preferir não autorizar. Em seguida, você precisará inserir o código da sua unidade de saúde e o nome correspondente. Forneça as informações da sua instituição e, como responsável, indique alguém do setor diretamente envolvido no uso e acesso aos dados do SISS-Geo. Certifique-se de incluir o CPF do responsável abaixo.
Passo 7: Agora, na seção de endereço, é necessário que você preencha os campos com os dados correspondentes. É essencial fornecer as informações completas, incluindo o estado e o município da instituição.
Passo 8: Na seção de contato, é importante fornecer números de telefone para possibilitar um canal eficaz de comunicação com a instituição, caso seja necessário.
Passo 9: Agora, na seção "Regiões de Acesso", você deve selecionar o nível hierárquico que corresponde ao tipo de instituição que está sendo cadastrada. Isso indicará quais regiões podem ser associadas a essa instituição. Importante: A opção "Outros" deve ser escolhida somente quando a instituição não é um órgão de saúde.
Por exemplo, se for uma secretaria de saúde estadual, marque o estado correspondente. Se for uma regional de saúde, selecione somente os municípios pertencentes àquela regional. No caso de secretarias municipais, marque apenas o município relevante.
Observação: O campo "Áreas" se refere a demarcações específicas, como parques ou reservas.
Passo 10: Ao selecionar a opção "Municipal de Saúde", serão exibidos o estado e o município que você informou na seção de "Endereço". Essas são as regiões nas quais o seu usuário institucional terá acesso às informações.
Passo 11: Ao marcar a opção regional: Aparece o estado e todos os municípios pertencentes a ele. Para regionais de saúde, deve ser marcado apenas os municípios que pertencem àquela regional.
Passo 12: Ao marcar opção estadual: Aparece o estado selecionado em "Endereço". Você pode clicar no ponto indicado que será selecionado automaticamente todos os municípios.
Passo 13: Ao marcar a opção federal: Aparece todos os estados brasileiros, com isso pode ser marcado o estado que a instituição tiver interesse em receber as notificações.
Passo 14: Ao marcar a opção outros: O sistema apresenta todas as opções incluindo parque e áreas de preservação cadastradas no SISS-Geo. Obs.: O campo áreas é referente a demarcações específicas, como parques ou reservas.
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Ended: Cadastro
Termos de Uso ↵
Termo de Uso
Bem-vindo ao Sistema de Informação em Saúde Silvestre
Agradecemos sua contribuição. Este Sistema faz parte do Centro de Informação em Saúde Silvestre, gerenciador do Sistema de Informação em Saúde Silvestre da Fundação Oswaldo Cruz, com objetivo de colher informações em campo sobre animais silvestres no território brasileiro e, a partir deles, desenvolver modelos de alerta e previsão de agravos à saúde silvestre com potencial acometimento a humanos.
Ao usar este Sistema o Usuário estará concordando com este Termo de Uso, conforme abaixo descritos.
Leia-os com atenção.
Usuário:
- O Usuário é o único responsável pela veracidade, integridade, legalidade e correção das informações registradas no Sistema de Informação em Saúde Silvestre - SISS-Geo.
- O Usuário deverá utilizar equipamento próprio para acesso ao Sistema. A Fiocruz não se responsabiliza por qualquer impossibilidade de acesso ou mesmo por incompatibilidade com qualquer equipamento, sistema utilizado pelo Usuário ou configurações de software e hardware.
- A seleção de provedor e/ou outro meio de acesso à Internet e o os custos inerentes são unicamente de responsabilidade do usuário.
- o Usuário concede à Fiocruz o direito de usar e processar as informações registradas no Sistema.
- O Usuário concede à Fiocruz o direito de divulgar publicamente informações e resultados de análises obtidas a partir do conjunto de dados registrados.
- O Usuário se compromete a manter íntegras as informações produzidas pelo SISS-Geo em suas publicações, citando o Sistema como fonte.
- O Usuário deverá solicitar auforização à Fiocruz, sempre que desejar acessar outros dados.
O Usuário deverá se cadastrar, ainda que sem a obrigatoriedade de identificação nominal.
Centro de Informação em Saúde Silvestre - CISS
- O CISS não divulgará toda ou qualquer informação relativa aos dados pessoais cadastrados no Sistema, exceto os expressamente autorizados pelo Usuário.
- O CISS repassará os registros de informações do Usuário a outros, somente com sua expressa autorização.
- O CISS utilizará as informações registradas pelo Usuário somente para os objetivos a que se propõe o Sistema.
- O CISS garantirá a autoria do Usuário sobre cada registro.
- Quando autorizado, o CISS divulgará o nome do Usuário na página web do CISS/SISS - seção de Colaboradores.
Termo Institucional
A utilização das informações advindas dos registros da fauna incluídos por colaboradores voluntários por órgãos e instituições públicas da área da saúde e do ambiente é um dos propósitos do Sistema de Informação em Saúde Silvestre - SISS-Geo, construído pela Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre – PIBSS e disponibilizado pelo Centro de Informação em Saúde Silvestre – CISS da Fundação Oswaldo Cruz.
O SISS-Geo disponibiliza informações abertas, em tempo real, à sociedade e guarda em seu banco de dados geoespacial informações e metadados com objetivos de: (i) apoiar ações e políticas de vigilância em saúde; (ii) gerar alertas de epizootias e modelos preditivos de agravos à saúde silvestre com potencial acometimento a humanos; (iii) desenvolver ações com base na ciência cidadã para melhor entendimento das relações da saúde humana com a biodiversidade (iv) agregar valor científico à atividades, ações e pesquisas no tema; e (v) apoiar políticas, ações e pesquisas sobre a distribuição de espécies da fauna silvestre, planos de manejo de unidades de conservação e ecossistemas.
Considerando que:
-
Um dos objetivos precípuos do SISS-Geo é informar alertas precoces de epizootias em tempo expedito aos gestores e tomadores de decisão sobre a ocorrência de indivíduos de espécies de interesse mortos e doentes para que as ações pertinentes sejam tomadas;
-
Os registros são realizados por colaboradores voluntários da sociedade e validados taxonomicamente por especialistas ad hoc voluntários e cabe a PIBSS assegurar o bom uso dos dados gerados, a confidencialidade dos dados pessoais dos colaboradores e garantir a eles, na informação gerada que lhes cabe, a autoria dos dados em todas as fases decorrentes de estudos, pesquisas e qualquer tipo de publicação deles advindos;
-
A utilização do SISS-Geo por órgãos e instituições públicas de saúde e da área ambiental é voluntária e não acarreta ao usuário institucional qualquer ônus ou pagamento aos serviços correntes disponibilizados;
-
O órgão ou instituição poderá desligar-se do recebimento direto por e-mail do alerta precoce e do acesso a base de dados temporária ou definitivamente, bastando informar à coordenação do sistema, por e-mail ou documento oficial, o pedido de cancelamento assinado pelo responsável;
Ao solicitar o acesso aos alertas e ao uso da base de dados SISS-Geo para ações de vigilância em saúde
e conservação da biodiversidade o usuário institucional concorda com os seguintes termos: ***
-
Cadastrar-se como usuário institucional, o que significa utilizar login e e-mail oficial com nome do órgão/setor e responsável ao qual está vinculado (Instruções ao final).
-
Cadastrar senha institucional que será de conhecimento e de acesso de pessoa oficialmente designada, ficando o gestor responsável pelo bom uso dos dados acessados, do resguardo da senha, bem como do cumprimento das regras aqui definidas. O uso indevido ou de terceiros acarretará no cancelamento do acesso e no cumprimento da Lei de acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).
-
Informar à coordenação do SISS-Geo alteração de responsável do órgão/instituição pelo setor usuário do sistema.
-
Informar a coordenação do SISS-Geo, por e-mail ou documento oficial: a pessoa responsável pelo acesso ao SISS-Geo, a área geográfica de atuação e de interesse de acesso aos dados, a lista de dados e metadados de interesse para liberação de acesso.
-
Ser responsável pela veracidade, integridade, legalidade e correção das informações encaminhadas e registradas no SISS-Geo.
-
Não utilizar dados não abertos dos registros ou mesmo parte deles para qualquer fim e resguardá-los na exibição de dados em tela, impressora ou gravação em meios eletrônicos, a fim de evitar que deles venham a tomar ciência pessoas não autorizadas.
-
Solicitar, por e-mail, autorização à coordenação da Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz para utilizar, publicar, estudar, divulgar ou fazer qualquer uso das informações e dados fechados dos registros ou qualquer parte deles que excedam as atividades finalísticas de vigilância em saúde e ações de manejo de espécies. Isto incluí especialmente, mas não se restringe a dados pessoais dos colaboradores.
-
Explicitar e vincular obrigatoriamente a autoria do colaborador original dos registros e do SISS-Geo a qualquer tipo de uso dos dados e metadados, incluindo, mas não se restringindo, a publicações de qualquer natureza, estudos, pesquisas, ações, políticas e atividades.
-
Informar imediatamente à coordenação do SISS-Geo qualquer problema observado no uso, violação ou corrompimento dos dados ou de seu acesso.
A Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre – PIBSS/Fiocruz reserva o direito de:
-
Não divulgar dados do usuário institucional, exceto quando expressamente autorizado pelo mesmo.
-
Utilizar as informações advindas dos registros institucionais somente para os objetivos a que se propõe o SISS-Geo.
-
Consultar o colaborador original e o validador taxonomista para o uso de quaisquer dados ou informações não previstas nos termos de uso de ambos, para o uso do órgão ou instituição pública.
-
Não se responsabilizar por qualquer impossibilidade de acesso ou mesmo por incompatibilidade com qualquer equipamento utilizado para validação dos registros via “webservice” ou aparelhos mobile.
-
Não honrar com qualquer tipo de ônus, pagamento, ajuda de custo ou vínculo empregatício com o usuário individual, designado pelo órgão como responsável, para acesso ou uso das informações no sistema
TERMO INSTITUCIONAL PARA USO DA INFORMAÇÃO ORIUNDA DOS REGISTROS DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE SILVESTRE – SISS-GEO
Ended: Termos de Uso
Política de Privacidade
A privacidade dos nossos usuários é de extrema importância para nós. Essa política de privacidade descreve como coletamos, usamos e divulgamos informações pessoais e não pessoais dos usuários do nosso aplicativo SISS-Geo.
Coleta de Informações
Ao usar nosso aplicativo, podemos coletar as seguintes informações pessoais e não pessoais:
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Identificação do dispositivo: Nós coletamos a identificação única do seu dispositivo para melhorar a experiência do usuário e fornecer serviços personalizados.
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Localização geográfica: Se você permitir o acesso à sua localização, nós podemos coletar dados de geolocalização em tempo real para registrar a localização do animal.
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Acesso à câmera: Para permitir que você tire fotos para registrar os animais, nós precisamos de acesso à câmera do seu celular.
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Acesso à Galeria de Fotos: Podemos solicitar acesso à galeria de fotos do seu dispositivo para permitir que você escolha uma foto existente para usar como registro do animal.
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Informações do sistema operacional: Nós coletamos informações sobre a versão do seu sistema operacional e a versão do nosso aplicativo para garantir a compatibilidade e a qualidade do nosso serviço.
Informações opcionais
Além das informações mencionadas acima, também podemos coletar informações opcionais, como:
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E-mail: Caso você deseje recuperar sua senha ou caso a equipe SISS-Geo precise entrar em contato sobre algum registro enviado, será necessário ter seu e-mail cadastrado.
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Nome Completo: Podemos solicitar o seu nome completo para personalizar a sua experiência e para melhorar a comunicação com o usuário.
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Data de Nascimento: Podemos solicitar a sua data de nascimento para entender melhor o perfil dos nossos usuários e fornecer uma melhor experiência de uso do aplicativo. Essa informação será usada apenas para fins estatísticos e para garantir que nosso aplicativo atenda às necessidades e interesses de nossos usuários.
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Número de Telefone Celular: Podemos utilizar o número do seu telefone celular para entrar em contato sobre os registros que você criar em nosso aplicativo, caso seja necessário.
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Endereço: Podemos solicitar o seu endereço para melhorar a comunicação com o usuário e para personalizar a experiência do usuário.
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Escolaridade: Podemos solicitar a sua escolaridade para melhorar a comunicação com o usuário e para personalizar a experiência do usuário.
Uso de Informações
As informações coletadas pelo nosso aplicativo são usadas apenas para fornecer e melhorar nossos serviços, incluindo:
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Permitir que você registre animais com localização via GPS, fotos e demais dados que o usuário informar;
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Melhorar a qualidade e a segurança dos nossos serviços;
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Enviar notificações sobre atualizações e informações de novos recursos;
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Cumprir com as obrigações legais e regulatórias.
Compartilhamento de Informações
Nós não compartilhamos suas informações pessoais com terceiros, exceto quando necessário para fornecer nossos serviços ou quando exigido por lei ou regulamentação aplicável.
Armazenamento de Informações
As informações coletadas são armazenadas em nossos servidores ou em servidores de terceiros de confiança. Tomamos medidas de segurança adequadas para proteger suas informações pessoais contra perda, uso não autorizado ou acesso, divulgação, alteração ou destruição.
Alterações na Política de Privacidade
Podemos atualizar esta política de privacidade periodicamente. Se fizermos alguma alteração significativa em nossas práticas de privacidade, iremos notificar você por meio de um aviso em destaque em nosso aplicativo ou por e-mail. Recomendamos que você reveja nossa política de privacidade regularmente para se manter informado sobre como estamos protegendo a sua privacidade.
Seu uso continuado de nosso aplicativo após a publicação de quaisquer alterações nesta política de privacidade significará que você aceita essas alterações. Se você não concordar com os termos desta política de privacidade, por favor, não utilize nosso aplicativo.
Extra ↵
Recursos e funcionalidades extra SISS-Geo
Permissões
Ao utilizar o SISS-Geo, é provável que você já tenha se deparado com uma mensagem como esta, solicitando a utilização de determinadas permissões para garantir o melhor funcionamento do aplicativo. No entanto, se em algum momento você desejar remover ou modificar uma permissão, pode seguir este passo a passo para realizar o processo:
Passo 1: No seu celular, você deve localizar as configurações do dispositivo. Procure pelo ícone de uma engrenagem com o título 'Configurações'.
Passo 2: Já dentro das configurações, você precisa encontrar uma aba chamada 'Aplicativos'. Localize o aplicativo do SISS-Geo nessa lista.
Depois de localizar o aplicativo, você verá uma visão geral do seu funcionamento. Agora, basta encontrar a seção 'Permissões'. Ao expandi-la, você poderá conceder ou revogar as permissões concedidas ao SISS-Geo
Atalho para abrir o SISS-Geo
Alguns dispositivos oferecem a opção de abrir um aplicativo através dos botões laterais do seu celular. Verifique nas configurações do seu dispositivo se esta funcionalidade está disponível. Se sim, deve ser encontrada na seguinte configuração:
Passo 1: Dentro de configurações, localize 'recursos avançados'.
Passo 2: Dentro das configurações, navegue até 'Tecla lateral'. Em seguida, clique na engrenagem ao lado de 'Abrir aplicativo' e selecione o SISS-Geo. Pronto! Agora, ao pressionar o botão de ligar a tela duas vezes, o aplicativo será aberto..
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Recursos e funcionalidades extra SISS-Geo
Exportação CSV e leitura no MS Excel e Libre Office de registros
O objetivo aqui é demonstrar como você pode exportar os dados do SISS-Geo e abri-los nos programas de leitura de planilhas Microsoft Excel e Libre Office.
Existem duas formas de baixar a planilha com registros SISS-Geo, uma delas você não precisa fazer login, basta seguir os passos a seguir.
Planilha sem efetuar login
Passo 1: Primeiramente acessse o mapa pela pagina inicial do SISS-Geo.
Passo 2: Já no mapa, você poderá observar na parte inferior a tabela com todos os registros e o botão para exportar em csv.
Passo 3: Após clicar em "Exportar", o download da planilha será iniciado. Quando o download for concluído, clique duas vezes no arquivo baixado para abri-lo.
Se o MS Excel não for o programa padrão para abrir planilhas, utilize a opção "Abrir com". Para isso, clique com o botão direito do mouse no arquivo, selecione "Abrir com" e escolha o MS Excel. E pronto! Seu arquivo CSV será aberto no MS Excel.
Planilha efetuando login
Neste formato, você poderá baixar seus registros em arquivo CSV. Caso possua permissões específicas, serão disponibilizados apenas os registros correspondentes ao seu nível de acesso.
Para realizar o download, basta seguir o passo a passo abaixo.
Passo 1: Após fazer login no SISS-Geo, acesse o menu Registros, navegue até a seção de Exportação e selecione a opção "Registros em CSV".
Passo 2: Esta é a tela de exportação de dados em CSV. Aqui, você pode visualizar detalhadamente suas funcionalidades e aprender a utilizar os filtros disponíveis clicando aqui
Passo 3: Após filtrar os campos que deseja exportar, localize o botão "Exportar CSV" e faça o download do arquivo.
Passo 4: Para abrir no MS Excel clique duas vezes em cima do arquivo baixado.
Ou tente “Abrir com” caso o MS Excel não seja seu programa padrão de planilhas.
Clique com o botão direito do mouse em cima do arquivo e escolha o MS Excel. Pronto, você abriu seu CSV no MS Excel.
Passo 5: Dica, para expandir as colunas, selecione-as e clique duas vezes na linha divisória entre uma delas. Outra funcionalidade muito útil é a "Classificar e Filtrar", que permite organizar os dados em ordem crescente, decrescente ou aplicar filtros para visualizar apenas as informações relevantes. Para usá-la, selecione os dados e, na guia "Dados", clique em "Classificar" ou "Filtrar".
CSV no Libre Office
Para abrir o CSV no Libre Office siga os seguintes passos. Atenção: Selecione o ponto-e-vírgula como separador e o ISO-8859-1 como codificador de caracteres.
Video demonstrativo abaixo:
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